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Ex-namorado suspeito de matar estilista no ES é preso em Minas

Jaime Ferreira Feitosa, conhecido como Cigano, teve a prisão temporária determinada pela Justiça no ano do assassinato e estava foragido. Cenimara Freitas foi morta a tiros em Baixo Guandu

Linhares
Publicado em 22/07/2021 às 12h55
Cenimara Freitas foi morta em Baixo Guandu. Crédito: Polícia Civil
Cenimara Freitas foi morta em Baixo Guandu. Crédito: Polícia Civil

O homem suspeito de matar a ex-namorada e estilista Cenimara Freitas em Baixo Guandu, Noroeste do Espírito Santo, em 2013, foi preso em Ervália, Minas Gerais, na manhã desta quinta-feira (22). Jaime Ferreira Feitosa, conhecido como Cigano, teve a prisão temporária determinada pela Justiça no ano do assassinato e estava foragido.

De acordo com o titular da Delegacia de Polícia (DP) de Baixo Guandu, delegado Hedson Félix, a prisão só foi possível graças à troca de informações do serviço de inteligência da delegacia de Baixo Guandu e a Delegacia Regional de Viçosa (MG). Feitosa foi preso em casa, portando uma arma de fogo e identidade falsa com outro nome. Ele também está sendo acusado de prática de outros crimes em Minas. Segundo o delegado, o preso ainda será transferido para o Espírito Santo. 

Delegado Hedson Félix fala sobre a prisão

"Esse cidadão assassinou a tiros, no Centro de Baixo Guandu, no dia 14 de agosto de 2013 a jovem Cenimara Freitas. Após o crime, ele evadiu-se e, segundo consta, vivia em Ervália, com identidade falsa e praticava outros crimes", afirmou. 

O CRIME

De acordo com informações do G1 ES, o crime ocorreu na madrugada do dia 14 de agosto, em 2013. A estilista Cenimara Freitas foi morta com três tiros na porta de casa, em Baixo Guandu. Dois dias depois, a Justiça determinou a prisão temporária de Jaime Feitosa. 

À época, o delegado José Henrique Oliveira concluiu que o homem foi o principal suspeito de assassinar a jovem. Ele namorou a estilista e não aceitava o fim  do relacionamento.

Familiares da vítima contaram que o ex-namorado não aceitava o fim do relacionamento e que passou a persegui-la. Na noite do crime, o homem esteve duas vezes na casa da estilista, segundo a Polícia Militar. Na primeira vez, o suspeito colocou fogo no portão da residência, mas não foi preso.

Depois dos disparos, Cenimara chegou a ser socorrida, mas não resistiu aos ferimentos. Logo após o crime, o suspeito fugiu e ainda não foi localizado. A estilista deixou duas filhas.

*Com informações de Alessandro Bacheti, da TV Gazeta Noroeste, e do G1 ES

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