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Em Vila Velha

Corregedoria apura disparo contra mulher de guarda de Vitória

Segundo boletim de ocorrência da PM, o homem se apresentou como guarda municipal de Vitória e alegou que o tiro foi acidental. Carolina Ferraz Sacalfoni, que estava grávida de 17 semanas, não resistiu e morreu

Publicado em 02 de Dezembro de 2021 às 22:04

Redação de A Gazeta

Publicado em 

02 dez 2021 às 22:04
Luiz Roberto Ramalheite com a esposa Carolina Ferraz Scalfoni
Luiz Roberto Ramalheite com a esposa Carolina Ferraz Scalfoni Crédito: Reprodução/Redes sociais 
Uma mulher grávida morreu após ser atingida por um disparo de arma de fogo do marido no bairro Praia de Itaparica, em Vila Velha, na noite desta quinta-feira (2). Segundo informações apuradas pela TV Gazeta, o homem, Luiz Roberto Ramalheite, que se apresentou como guarda municipal de Vitória, foi quem acionou o Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu). Ele estava ferido na mão e alegou para a polícia que o disparo teria sido acidental. A Secretaria Municipal de Segurança Urbana de Vitória (Semsu) informou que vai apurar o fato.
Segundo o boletim de ocorrência da PM, o fato foi registrado às 18h e, ao chegar ao local, a equipe visualizou Luiz  pressionando o ferimento no abdômen da mulher, Carolina Ferraz Sacalfoni. Após se identificar como guarda municipal, ele informou aos militares que a mulher estava grávida de 17 semanas e disse que já havia acionado o Samu há 20 minutos.
Mulher grávida é baleada em Vila Velha; PM foi acionada
Mulher grávida é baleada em Vila Velha. PM foi acionada Crédito: Leitor | A Gazeta
Carolina foi socorrida pelo Samu para o Hospital Estadual Antônio Bezerra de Farias, em Vila Velha. O boletim ainda informa que a vítima deu entrada na unidade com um disparo no abdômen, tendo, em seguida, uma parada cardíaca. Ela foi levada para o centro cirúrgico mas não resistiu ao ferimento.
Ainda segundo a ocorrência, o marido da vítima teria sido atingido por um disparo na mão esquerda e socorrido para um hospital particular no município. Por determinação do Ciodes, uma guarnição da Polícia Militar ficou no local do crime, aguardando a perícia da Polícia Civil.
Demandada pela reportagem de A Gazeta, a Secretaria Municipal de Segurança Urbana (Semsu) informou, em nota, que a "Corregedoria da Guarda Civil Municipal de Vitória (GCMV) vai apurar os fatos e instaurar processo administrativo disciplinar, com ampla defesa e contraditório, preservando o respeito ao estado democrático de direito e os direitos e garantias individuais".

HOMICÍDIO CULPOSO

Depois de receber atendimento médico, Luiz foi levado para a Divisão de Homicídios de Vitória, prestou depoimento e vai responder por homicídio culposo, quando não há intenção de matar.
A Polícia Civil informou à reportagem da TV Gazeta que o guarda pagou fiança e foi liberado. Em depoimento, ele relatou que estava limpando a arma, uma pistola de 9 milímetros, de uso pessoal, quando disparou de forma acidental.

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