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Publicado em 21 de fevereiro de 2026 às 11:34
Um confronto a tiros entre policiais militares e suspeitos terminou com a morte de um jovem de 20 anos, identificado como Daniel Dias Chagas do Nascimento. O caso ocorreu na noite de sexta-feira (20), no bairro Marcílio de Noronha, em Viana. Segundo a Força Tática da 17ª Companhia Independente da Polícia Militar do Espírito Santo (PMES), uma residência na região estaria sendo utilizada por indivíduos do bairro Vila Garrido, em Vila Velha, como base para embalo de drogas.>
A PM informou, neste sábado (21), que foi montado um ponto de observação, pela polícia, para tentar abordar os suspeitos. Em determinado momento, dois homens teriam sido vistos na entrada do imóvel e, ao perceberem a aproximação das viaturas, teriam atirado contra os policiais, que revidaram.>
Durante o confronto, ainda de acordo com a PM, um dos suspeitos fugiu em direção a casas acima da residência, portando uma arma de fogo, e não foi localizado. No trajeto, ele teria deixado para trás um carregador de pistola calibre 380 com dez munições intactas.>
Já o segundo suspeito tentou fugir pelo mesmo caminho, mas foi atingido. Com ele, ainda de acordo com a Força Tática, foi apreendido um revólver calibre .38 com três munições intactas e duas deflagradas. O jovem foi socorrido pela própria PM e levado para a UPA de Arlindo Vilaschi, em Viana, mas não resistiu aos ferimentos e morreu. A corporação informou que ele tinha nove passagens pela Justiça.>
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Dentro da residência, a PM afirma ter apreendido uma grande quantidade de materiais: 705 frascos de lança-perfume, 16 unidades de cinco litros de cloreto de sódio, 47 frascos de gás de maçarico e 12 munições calibre .38. O material foi entregue na 4ª Delegacia Regional.>
Por nota encaminha à imprensa neste sábado (21), a Polícia Civil informou que a ocorrência foi registrada como morte por intervenção legal de agente do Estado e encaminhada para a Delegacia Regional de Cariacica. O corpo foi levado ao Instituto Médico-Legal (IML) da Polícia Científica, em Vitória, para necropsia e posterior liberação à família.>
Ainda segundo a corporação, a arma apreendida será encaminhada ao Departamento de Balística Forense, e o material entorpecente, ao Laboratório de Química Forense, ambos da Polícia Científica (PCIES), para análise e posterior incineração. O caso seguirá sob investigação do Serviço de Investigações Especiais (SIE) do Departamento Especializado de Homicídios e Proteção à Pessoa (DEHPP), responsável por apurar ocorrências de morte por intervenção legal de agente do Estado.>
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