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Casal é assassinado a tiros e pedradas em Carapebus, na Serra

Vítimas foram identificadas como Asclepiades Vieira Soares Júnior, de 31 anos, e Lais Paula de Souza, de 25; crime aconteceu na madrugada deste domingo (30)

Tempo de leitura: 2min
Vitória
Publicado em 30/01/2022 às 12h49
À esquerda, o lanterneiro Asclepiades; e à direita, a dona de casa Lais. No centro, fotos do corpo de ambos
À esquerda, o lanterneiro Asclepiades; e à direita, a dona de casa Lais. No centro, fotos dos corpos de ambos. Crédito: Reprodução | Diony Silva | Montagem A Gazeta

Com vários tiros e pedradas, um casal foi brutalmente assassinado na madrugada deste domingo (30), no balneário de Carapebus, na Serra. As vítimas foram identificadas como Asclepiades Vieira Soares Júnior e Lais Paula de Souza, de 31 e 25 anos, respectivamente. A motivação do crime ainda não foi esclarecida.

No início desta manhã, os corpos continuavam caídos na Rua da Braúna. De acordo com a apuração do repórter Diony Silva, da TV Gazeta, os dois estavam voltando para a casa a pé, quando foram surpreendidos pelos criminosos, que chegaram ao local em um carro, já realizando os disparos.

Depois de acertada pelos tiros, a mulher levou pedradas e chegou a ficar com o rosto desfigurado. Em seguida, os suspeitos foram atrás do homem, que tentava fugir, e o mataram da mesma forma. De acordo com a apuração da TV Gazeta no local com parentes, o casal havia se mudado há dois meses e tinha filhos.

Casal foi morto com tiros e pedradas na Rua da Braúna, em Carapebus, na Serra
Casal foi morto com tiros e pedradas na Rua da Braúna, em Carapebus, na Serra. Crédito: Diony Silva

Em nota, a Polícia Militar informou que foi acionada por volta das 4h30 para verificar a ocorrência de duplo homicídio em via pública. "No local, os militares constataram o óbito de um homem e uma mulher, por disparos de arma de fogo e pedradas. Não há informações sobre autoria e motivação".

Já a Polícia Civil afirmou que os corpos foram levados para o Departamento Médico Legal (DML) de Vitória e o caso seguirá sob investigação do Departamento de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP). "Detalhes não serão divulgados, por enquanto", finalizou a corporação.

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