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Câmeras ajudaram polícia a desvendar morte de vendedora em Cachoeiro

Roseli Valiati Farias, de 47 anos, foi assassinada pelo namorado, o pecuarista Alexandre Nunes, e teve o corpo enterrado em Presidente Kennedy

Cachoeiro de Itapemirim / Rede Gazeta
Publicado em 21/10/2021 às 16h02
Câmeras de monitoramento ajudaram polícia a desvendar morte de vendedora
Câmeras de monitoramento ajudaram polícia a desvendar morte de vendedora. Crédito: Videomonitramento/ Divulgação Polícia Civil

Imagens de câmeras de videomonitoramento foram usadas pela Polícia Civil para desvendar o desaparecimento e assassinato da vendedora Roseli Valiati Farias, de 47 anos, em Cachoeiro de Itapemirim, no Sul do Espírito Santo. O namorado da vítima, o pecuarista Alexandre Nunes, de 54 anos, foi preso nesta quarta-feira (20) suspeito de matar a vendedora e enterrar o corpo em Presidente Kennedy.

Roseli desapareceu após sair para um encontro com Alexandre na noite do último domingo (17). O carro da vendedora foi encontrado pela família dela, trancado e com os pertences da vítima, na manhã de segunda-feira (18), no trevo da Viação Itapemirim.

Nas imagens coletadas durante a investigação, a polícia constatou que Roseli chegou à casa do namorado, no bairro Santo Antônio, por volta das 18h40, dirigindo um Toyota Corolla, de cor prata.

O carro foi visto novamente nas ruas do bairro por volta das 21h, e não retornou. Nas imagens das câmeras de videomonitoramento também é possível ver o suspeito — de boné, bermuda e chinelo — andando a pé pelas ruas próximas ao local onde o carro de Roseli foi deixado às 21h40. Depois, ele aparece caminhando em rua próximo a sua residência, no bairro Santo Antônio.

Vídeos de monitoramento ajudaram polícia a desvendar morte de vendedora

Roseli foi morta com um tiro quando estava dormindo no sofá da casa de Alexandre. O pecuarista confessou o crime a polícia e relatou à polícia detalhes sobre o assassinato.

INVESTIGAÇÃO

Em entrevista concedida nesta quinta-feira (17) ao repórter Thales Rodrigues, da TV Gazeta Sul, o delegado Felipe Vivas, titular da Delegacia de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP) Cachoeiro, explicou que a polícia foi à casa do suspeito na segunda-feira para ouvi-lo, mas ele não foi encontrado. Após a prisão do pecuarista na noite desta quarta-feira, a polícia descobriu que, quando as autoridades foram ao endereço dele, o corpo de Roseli ainda estava na residência.

Delegado Felipe Vivas
Delegado Felipe Vivas é responsável pela investigação do assassinato da vendedora em Cachoeiro . Crédito: Thales Rodrigues

“Quando a polícia esteve na casa dele, o corpo ainda estava na sala, porque o fato ocorreu na noite do dia 17 (domingo). Ele abandonou o veículo, mas o corpo ainda estava na casa dele. Após a investida da polícia, ele colocou o corpo na caçamba de sua caminhonete e seguiu para Presidente Kennedy. Se ele não indicasse o local onde o corpo foi enterrado, não encontraríamos”, disse o delegado.

O pecuarista Alexandre Nunes estava se relacionando com Roseli desde julho. A polícia não informou a identidade do suspeito do crime, mas a Secretaria de Justiça do Espírito Santo (Sejus) confirmou que ele deu entrada no Centro de Detenção Provisória de Cachoeiro de Itapemirim.

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