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Momento crítico

Pandemia de coronavírus: 'É como se fosse uma catástrofe', diz médica do ES

A médica intensivista Eliana Caser disse, em entrevista ao Bom Dia Espírito Santo, da TV Gazeta, que enxerga na pandemia do novo coronavírus o maior desafio do setor

Publicado em 31 de Março de 2020 às 08:21

Redação de A Gazeta

Publicado em 

31 mar 2020 às 08:21
Médica Eliana Caser fala sobre pandemia de coronavírus
Médica Eliana Caser fala sobre pandemia de coronavírus Crédito: Reprodução/ TV Gazeta
Atuando há quase 30 anos em Unidades de Tratamento Intensiva (UTIs), a médica intensivista Eliana Caser enxerga na pandemia do novo coronavírus, causador da doença Covid-19, o maior desafio do setor. Em entrevista ao Bom Dia Espírito Santo, da TV Gazeta, a médica capixaba compara a pandemia a uma catástrofe.
"Tratamos complicações dessa doença. O grande problema é a demanda – é como se fosse uma catástrofe. Há um aumento da demanda e não estamos preparados para atender, principalmente com a escassez de recursos, que é o que aconteceu fora do Brasil", comenta a especialista.
A médica aponta, porém, que ainda não há um cenário de sobrecarga no sistema de saúde do Espírito Santo devido às medidas de isolamento tomadas pelo governo do Estado. Com o isolamento social, os pacientes dão entrada nos hospitais mais devagar e não de uma vez só, como ocorreu em alguns países da Europa.
"Poderia haver um colapso no sistema de saúde, porque trabalhamos com uma taxa de ocupação em torno de 95% nas UTIs públicas. Temos que estar preparados para atender outros casos, como infarto, traumas, AVCs, mas agora vem uma demanda que pode sobrepujar essa condição de atendimento", explicou a médica.

TRANSMISSÃO COMUNITÁRIA

O Espírito Santo confirmou que já possui casos de transmissão comunitária do novo coronavírus. Em pelo menos três das 85 pessoas diagnosticadas com a Covid-19 no Estado, não foi possível identificar a fonte de disseminação da doença. Todos os casos são de Vila Velha.
O estágio de transmissão comunitária se dá quando não é possível identificar uma relação de um novo caso da doença com um caso já existente. A Secretaria de Estado da Saúde (Sesa) adota um prazo de 36 horas para investigar o vetor do vírus nos novos pacientes. Se a identificação do transmissor não é realizada dentro desse período, é declarada a transmissão comunitária.

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