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Vila Velha

Pais reclamam que obra em escola de Vila Velha causa transtorno a alunos

De acordo com pais de alunos, as aulas começaram mesmo com o colégio passando por reformas nas salas e nas quadras; a situação está trazendo vários transtornos aos estudantes.

Publicado em 18 de Fevereiro de 2020 às 17:02

Redação de A Gazeta

Publicado em 

18 fev 2020 às 17:02
Pais denunciam transtornos de alunos estudando em escola com obras Crédito: Reprodução Google
Pais de alunos da  Unidade Municipal de Ensino Fundamental (Umef) Nair Dias Barbosa, em Ponta da Fruta, Vila Velha, denunciam que os estudantes começaram a estudar na última segunda-feira (17) sem condições de ter aula. De acordo com eles, o colégio passa por obras nas salas e nas quadras, trazendo vários transtornos aos alunos. Procurada, a Prefeitura de Vila Velha informou que a reforma termina em 60 dias.
De acordo com San Clever Nunes Coutinho, presidente do movimento comunitário de Ponta da Fruta, atualmente não há quadra de esportes funcionando e o recreio é dividido em dois momentos por falta de espaço. Ele acredita que o colégio priorizou a parte de pintura da fachada, deixando a reforma para uma data muito próxima à volta as aulas.
"Não tem condições de estudar com crianças apertadas e ainda nesse calor. Eles deveriam ter se organizado melhor 'pra' evitar esse transtorno.  Nos chamaram 'pra' uma reunião, mas só nos informaram o que eles já tinham decidido sobre um prazo de 60 dias para as obras acabarem. Nós não tivemos escolha", afirmou. 

PREFEITURA DIZ QUE OBRAS TERMINAM EM 60 DIAS

Procurada, a Prefeitura de Vila Velha informou que promoveu uma reunião no último 11, na Umef Nair Dias Barbosa, com os membros do Conselho de Escola, do Movimento Comunitário do Morro da Lagoa, pais de alunos, representantes da Dan Engenharia - empresa gerenciadora de projetos das obras da Educação - e a empresa AB, responsável pela execução do projeto de reforma da unidade de ensino, além do secretário de Educação, Roberto Beling.
"Na ocasião, se acordou, em consenso, que no dia 17 de fevereiro a empresa responsável pelas intervenções criaria condições para que as aulas se iniciassem normalmente nessa data, assim como ocorreu. Além disso, foi acertado o prazo de 60 dias para a finalização das coberturas dos módulos, no momento, em reforma e a instalação da nova estrutura metálica da quadra. A área em reforma está isolada para garantir a segurança dos alunos", disse a nota.
A Prefeitura completou que as intervenções começaram no período de férias, quando foi detectado graves problemas de manutenção da cobertura de quatro salas em módulos. "Foi, então, necessária a redefinição do objeto da intervenção, o que levou a um novo cronograma. Além disso, janeiro foi um mês de fortes chuvas no Espírito Santo, o que impactou no andamento das obras", afirmou a nota. 

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