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Regras devido ao coronavírus

Após liberação, feiras livres voltam em Vitória com uso de máscaras

Um dia após serem autorizadas pela prefeitura, o comércio de frutas, legumes e outros alimentos ao ar livre já ocorre em bairros da Capital seguindo novas normas de funcionamento para evitar proliferação da Covid-19

Publicado em 03 de Abril de 2020 às 09:12

Redação de A Gazeta

Publicado em 

03 abr 2020 às 09:12
Comerciantes e clientes usam máscaras de proteção no primeiro dia de abertura das feiras livres em Vitória
Comerciantes e clientes usam máscaras de proteção no primeiro dia de abertura das feiras livres em Vitória Crédito: Reprodução/TV Gazeta
As feiras livres foram liberadas em Vitória na última quinta-feira (2) e já nesta sexta-feira (03), logo nas primeiras horas da manhã, muitos moradores da Capital capixaba, especialmente os idosos – mesmo incluídos no grupo de risco do novo coronavírus, marcaram presença nas barracas montadas em Jardim Camburi e Bento Ferreira, por exemplo. Esse comércio ao ar livre ficou vetado por quase duas semanas na cidade.
A reabertura foi autorizada, mas com algumas medidas preventivas relacionadas ao novo coronavírus, causador da Covid-19. A mais importante delas é a obrigatoriedade de clientes e feirantes utilizarem máscaras de proteção facial, podendo ser industriais ou caseiras, para evitar transmissão da doença que já matou duas pessoas no Espírito Santo.
Boa parte dos frequentadores e comerciantes atenderam às regras e manuseavam os alimentos utilizando as máscaras, especialmente os que vendiam os produtos. Alguns clientes, contudo, compravam folhas, frutas e legumes sem o equipamento de proteção.
O secretário de Meio Ambiente de Vitória, Ademir Barbosa Filho, explicou que foi estabelecido um espaçamento mínimo de 1,5 metro entre as barracas, foi vetada a presença de feirantes com mais de 60 anos por estarem incluídos no grupo de risco e também está proibido o consumo de alimentos na feira, como o tradicional pastel com caldo de cana, biscoitos e outras opções.
"As pessoas podem vir à feira, comprar o pastel com caldo e levar para casa. Fazer o consumo nas feiras não pode. Essas medidas foram necessárias para evitar a contaminação", disse.
Alguns feirantes também fixaram cartazes e mensagens em suas barracas pedindo que os clientes usem a máscara de proteção. Outra medida implementada nas feiras da capital foram a retirada de mesas e cadeiras ou qualquer outro item que permita que o consumidor possa se sentar.

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