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Equipamento de proteção

Coronavírus: Ufes usa impressora 3D para produzir máscaras

Os EPIs serão destinados a profissionais da Secretaria de Estado de Saúde (Sesa) que atuam nos municípios capixabas para combate à doença

Publicado em 01 de Abril de 2020 às 11:38

Redação de A Gazeta

Publicado em 

01 abr 2020 às 11:38
Máscaras de proteção facial produzidas na Ufes
Máscaras de proteção facial produzidas na Ufes Crédito: Divulgação/Ufes
Um grupo de trabalho coordenado pela Universidade Federal do Espírito Santo (Ufes) vai produzir 150 mil máscaras de proteção facial para os profissionais da área de Saúde que devem atuar no combate ao novo coronavírus nos hospitais do Espírito Santo.
Coronavírus - Ufes usa impressora 3D para produzir máscaras
Os Equipamentos de Proteção Individual (EPIs) são compostos por uma viseira transparente - feita por uma espécie de material acrílico-, elástico de fixação e um suporte para a cabeça, que será produzido com impressora 3D.
Além da universidade, o projeto para confecção desses produtos reúne a Federação das Indústrias do Espírito Santo (Findes), as empresas GeoControl e ArcelorMittal e o grupo de desenvolvedores capixaba ProtetorES.
O professor do Departamento de Engenharia Elétrica da Ufes, Marcelo Segatto, explicou que o projeto nasceu a partir do movimento nacional de fabricação dos escudos por meio de impressoras que utilizam a tecnologia 3D.
A Ufes já produziu cerca de 100 máscaras em um processo que envolveu os Departamentos de Engenharia Elétrica e o de Matemática, conduzido pelo professor Etereldes Gonçalves. Ele coordena o Laboratório de Matemática, responsável por uma das fases de produção do equipamento.
A partir disso, o comitê da Ufes que discute a pandemia, em reuniões com a Secretaria de Estado da Saúde (Sesa), recebeu a informação de que é preciso produzir 150 mil unidades para atender a demanda local.
Segatto explica que a instituição federal detém cinco impressoras 3D. Outras 10 máquinas pertencem a parceiros da iniciativa. privada. 
"Usando só as nossas impressoras 3D, não há tempo suficiente para atender  à demanda do Estado. A alternativa é fazer o modo de injeção de plástico. Essa é uma tecnologia mais custosa, mas consegue fazer até 4 mil peças por dia. Assim que o molde de injeção ficar pronto, vamos acelerar a produção"
Marcelo Segatto - Professor da Ufes
A fabricação do equipamento será realizada nas indústrias capixabas, com coordenação pela Ufes. O professor acredita que o novo processo seja iniciado ainda nesta semana. Para finalizar a montagem, o grupo aguarda a chegada  ao Estado do acetato, o material usado para fazer a máscara transparente.  
“Estamos em conversa com o polo de confecções da Glória, em Vila Velha, para ver a possibilidade deles fornecerem o elástico que é usado na fixação do escudo. O acetato deve chegar em 10 dias. Já o suporte, faremos nas impressoras 3D”, disse o professor.

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