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Saiba como fica obra da BR 262 após projeto ser dividido em 2 partes no ES

Saiba como fica obra da BR 262 após projeto ser dividido em 2 partes no ES

Elaboração da primeira etapa deve ser concluída ainda este mês e a segunda, em setembro, segundo informações do DNIT

Publicado em 27 de janeiro de 2026 às 08:17

Projeto vai começar a ser apresentado aos municípios capixabas e prevê a construção de viadutos e túneis

O projeto para a execução da obra de duplicação da BR 262, no Espírito Santo, teve a elaboração dividida em duas partes, com um total de cinco lotes. A primeira parte, que compreende a Região Serrana, trecho apontado como o mais difícil da rodovia devido à pista com muitas curvas, será entregue em janeiro. Já a segunda está prevista para ser finalizada em setembro deste ano. As informações foram obtidas por A Gazeta com o Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (Dnit). 

A expectativa tanto do governo do Estado quanto do Ministério dos Transportes é lançar o edital de licitação da primeira etapa e iniciar a obra ainda em 2026.

O DNIT informou que os consórcios contratados para executar o projeto já concluíram os estudos preliminares e iniciaram a fase de detalhamento. Ficou definido que a duplicação será dividida em duas etapas, compreendendo cinco lotes de obras. Sendo assim, a expectativa é que etapa 1 do detalhamento do projeto, referente aos lotes 1, 2 e 3, correspondente ao trecho da rodovia que corta a Região Serrana, seja concluída em janeiro.

Já os lotes 4 e 5, que vai da Região Serrana até a divisa com Minas Gerais, ficam para setembro de 2026.

Os três primeiros lotes são considerados os mais difíceis a serem executados, por estarem nas serras capixabas, em meio a uma topografia bastante montanhosa.

Os consórcios também têm trabalhado nos estudos de impacto ambiental. Após a entrega dessas análises revisadas, será feito o protocolo do requerimento da licença prévia junto ao Instituto Estadual de Meio Ambiente e Recursos Hídricos (Iema).

Como A Gazeta mostrou, a duplicação deve custar o equivalente à construção de mais de 15 contornos do Mestre Álvaro, uma das obras que mais desafiou a engenharia no Estado e levou mais de quatro anos para ser entregue.

A previsão é que os investimentos necessários para a execução total do empreendimento fiquem na ordem de R$ 8 bilhões, sendo que parte será bancado com recursos do Acordo de Mariana.

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