ASSINE

E-commerce capixaba de vinho compra importadora por R$ 180 milhões

Na sexta-feira (14), a Wine adquiriu a Cantu, que tem mais de 15 mil pontos de venda; negócio permitirá entregas em até 48h nas principais cidades do país

Publicado em 16/05/2021 às 16h45
Loja da Wine em Belo Horizonte, Minas Gerais
Wine tem loja física no Espírito Santo e nos Estados de São Paulo, Pernambuco, Minas Gerais, Paraná e Rio Grande do Sul. Crédito: Wine | Divulgação

Maior empresa de assinaturas de vinho do mundo, a Wine comprou uma importadora da bebida por R$ 180 milhões. A aquisição da catarinense Cantu foi celebrada na última sexta-feira (14), conforme documento publicado no site do e-commerce capixaba destinado à relação com os próprios investidores.

Com mais de 15 anos no mercado e sede no município de Itajaí (SC), a Cantu Importadora tem filiais em outros três Estados: Minas GeraisRio de Janeiro e Pernambuco. Ao todo, ela conta com mais de 15 mil pontos de venda e mais de 11 mil clientes, fortalecendo a presença da Wine em território nacional.

Diretor de relações com investidores, Alexandre Magno da Cruz Oliveira afirmou que o negócio agregará potência e capilaridade à empresa. "A sólida estrutura logística e capacidade operacional possibilita sinergias com potencial de entrega em 48 horas em todas as capitais e principais cidades", consta no documento.

Segundo a Wine, a aquisição da empresa catarinense teve um custo total de R$ 180 milhões, dos quais R$ 54 milhões serão pagos na data de fechamento do negócio. Já os outros R$ 126 milhões serão divididos em duas parcelas iguais (de R$ 63 milhões), que deverão ser pagas em março e julho de 2024.

Apesar da venda, a marca Cantu continuará no mercado e possuirá uma operação autônoma, seguindo os preceitos de compliance e governança do grupo Wine. A importadora opera com marcas exclusivas de vinho, como Susana Balbo, Sutter Home, Ventisquero, Quinta de Bons Ventos, Ramon Bilbao, Yellow Tail e Chilano.

EXPANSÃO E PLANO DE ENTRAR NA BOLSA DE VALORES

No ano passado, a Wine anunciou o plano de executar uma oferta pública inicial (IPO, na sigla em inglês). Porém, em novembro, quando estava prestes a concretizá-lo, a empresa suspendeu o processo e fez apenas a solicitação de registro como companhia de capital aberto, que permite emissão de ações, por exemplo.

Apesar de adiada, a entrada na Bolsa de Valores não foi descartada e o e-commerce espera retomá-lo ainda neste ano, dependendo da conjuntura econômica. Até o final de 2021, o clube também tem a expectativa de abrir mais quatro lojas no Brasil, além da inaugurada em abril em Vitória. Ao todo, já são nove unidades no país.

Para melhorar a sua navegação, A Gazeta utiliza cookies e tecnologias semelhantes como explicado em nossa Politica de Privacidade. Ao continuar navegando, você concorda com tais condições.

Bem-vindo

A Gazeta deseja enviar alertas sobre as principais notícias do Espírito Santo.