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Como o trabalhador pode superar os desafios trazidos pela pandemia

Novo coronavírus também tem deixado suas marcas na economia e interferido diretamente na vida financeira de muitas famílias com profissionais que atuam de carteira assinada ou por conta própria

Publicado em 01/05/2020 às 06h00
Atualizado em 01/05/2020 às 06h00
Carteira de Trabalho e Previdência Social do Ministério do Trabalho
Pandemia de coronavírus já provoca fortes mudanças no mercado de trabalho. Crédito: Carlos Alberto Silva

"Tínhamos uma renda até estável, mas caiu muito. Nossa vida mudou completamente". A frase é da Carla de Oliveira Souza, de 30 anos, mas reflete a realidade de milhares de capixabas e brasileiros diante da pandemia do novo coronavírus. Além do impacto sobre a saúde, o vírus também tem deixado suas marcas na economia e interferido diretamente na vida financeira de muitas famílias. A situação trouxe um novo desafio para o trabalhador: como manter a renda e o emprego em tempos de pandemia?

Em um mês, Carla precisou mudar os planos de engravidar, trocar de casa e zerar a reserva financeira para pagar as despesas básicas da família. Dona de uma loja especializada na venda de carros seminovos, junto com o marido, eles tiveram que recorrer à ajuda de parentes e tentam se adaptar às mudanças.

"Tivemos que deixar a casa de aluguel e vamos morar em cima da casa da minha sogra para poder reduzir os custos. A gente foi muito atingido, porque tivemos que fechar a loja. Tivemos 80% de redução nas vendas. Em abril não vendemos carro nenhum. Utilizamos a reserva que a gente tinha para as despesas básicas e contamos com a ajuda da família. Solicitamos o auxílio do governo, mas ainda está em análise. Não sei como será nos próximos meses", conta.

O mesmo sentimento de incerteza é compartilhado pela dentista Andreza Della Valentina, que precisou fechar o consultório e não tem previsão de quando vai conseguir retomar o trabalho.

"A chance de contágio de um dentista é de 100% caso precise atender alguém contaminado. Assim que começaram os casos de contaminação local, decidi fechar o consultório. Estou sem trabalhar há pouco mais de um mês. Meu prejuízo é enorme. Estou completamente sem renda, porque sou autônoma. Além disso, despesas com aluguel, energia, água, luz, internet, escola do meu filho são fixas. Minhas reservas financeiras já estavam escassas. Tive que recorrer a uma previdência privada, que teoricamente era minha aposentadoria. Não sei quantos meses vou conseguir ficar parada", avalia.

Ela conta que não suspendeu os contratos de nenhum dos funcionários do consultório e que tem a ajuda do marido, bancário, no pagamento das contas de casa.

"Vou tentar o contrato de  redução de carga horária de 70%. Não tenho coragem de dispensar. Mas não sei até quando consigo continuar, e não tenho previsão de retornar ao trabalho. Meu marido é bancário, teve gripe forte logo no início da pandemia. Ficou de atestado e depois o banco liberou mais 15 dias, porque nosso filho está no grupo de risco por ser asmático e por ter problemas de imunidade. Agora, ele conseguiu férias. Isso tudo ajudou a estabilizar nossa situação familiar", afirma.

"MUDANÇAS NO CONTRATO DE TRABALHO SÃO UMA TENTATIVA DE MANTER OS EMPREGOS", AFIRMA CONTADORA

Com a pandemia, as relações de trabalho também mudaram. Suspensão de contrato, redução da carga horária de trabalho – e consequente redução salarial –, antecipação de férias e home office passaram a fazer parte da vida de muitos profissionais. A contadora Emanueli Cristini lembra que aderir a essas medidas é uma forma das empresas evitarem a demissão de seus funcionários.

"O mercado tem sofrido muito economicamente. Alguns setores vão ter dificuldade de voltar ao normal. O trabalhador precisa entender que está ruim para todo mundo. As empresas que estão fazendo esse tipo de movimentação no contrato de trabalho é para que se mantenha o emprego. É um benefício de mão dupla. O desemprego vai aumentar muito com a quantidade de empresas que estão fechando. Quem perder o emprego, muitas vezes, vai acabar tendo que se sujeitar a voltar ao mercado de trabalho recebendo um salário menor depois", observa.

A economista Arilda Teixeira concorda e diz que o trabalhador está diante de um grande desafio.  "A legislação trabalhista mais flexível pode ajudar a  manter algum emprego, mas com salário baixo. Isso é melhor do que não ter nada, não ter um emprego. Não tem uma solução de imediato para essa situação, o que é preocupante", argumenta.

Arilda Teixeira

Economista

"A economia não estando funcionando, não gera emprego, não tem renda, não tem consumo. Volta de novo a esse ciclo e isso vai inflando. A sobrevivência das pessoas e da empresas é a ordem do dia, mas o encaminhamento dessa solução vai passar pela saúde publica. O desafio é esse"

A professora Sheila Souza acaba de ter o seu contrato de trabalho suspenso. Apesar de entender a necessidade, ele vê a mudança com muita preocupação.

"Aqui em casa somos dois professores. Meu marido trabalha na rede pública e eu na rede privada. Eu fiz alguns trabalho para as crianças que estão em casa. Não houve qualquer mudança no salário do meu marido, mas o meu contrato de trabalho foi suspenso e estamos no aguardo da aprovação do benefício oferecido pelo governo. Estou bem ansiosa com relação a essa mudança", admite.

Muros e máscaras - Cópia

Vitória - ES - Ensaio: Muros e máscaras. Registros mostram a interação entre entre rostos cobertos com máscaras e arte na cidade em meio a pandemia de coronavírus.
Vitória - ES - Ensaio: Muros e máscaras. Registros mostram a interação entre entre rostos cobertos com máscaras e arte na cidade em meio a pandemia de coronavírus. Vitor Jubini
Vitória - ES - Ensaio: Muros e máscaras. Registros mostram a interação entre entre rostos cobertos com máscaras e arte na cidade em meio a pandemia de coronavírus.
Vitória - ES - Ensaio: Muros e máscaras. Registros mostram a interação entre entre rostos cobertos com máscaras e arte na cidade em meio a pandemia de coronavírus. Vitor Jubini
Vitória - ES - Ensaio: Muros e máscaras. Registros mostram a interação entre entre rostos cobertos com máscaras e arte na cidade em meio a pandemia de coronavírus.
Vitória - ES - Ensaio: Muros e máscaras. Registros mostram a interação entre entre rostos cobertos com máscaras e arte na cidade em meio a pandemia de coronavírus. Vitor Jubini
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Vitória - ES - Ensaio: Muros e máscaras. Registros mostram a interação entre entre rostos cobertos com máscaras e arte na cidade em meio a pandemia de coronavírus. Vitor Jubini
Vitória - ES - Ensaio: Muros e máscaras. Registros mostram a interação entre entre rostos cobertos com máscaras e arte na cidade em meio a pandemia de coronavírus.
Vitória - ES - Ensaio: Muros e máscaras. Registros mostram a interação entre entre rostos cobertos com máscaras e arte na cidade em meio a pandemia de coronavírus. Vitor Jubini
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Vitória - ES - Ensaio: Muros e máscaras. Registros mostram a interação entre entre rostos cobertos com máscaras e arte na cidade em meio a pandemia de coronavírus. Vitor Jubini
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Vitória - ES - Ensaio: Muros e máscaras. Registros mostram a interação entre entre rostos cobertos com máscaras e arte na cidade em meio a pandemia de coronavírus. Vitor Jubini
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Vitória - ES - Ensaio: Muros e máscaras. Registros mostram a interação entre entre rostos cobertos com máscaras e arte na cidade em meio a pandemia de coronavírus. Vitor Jubini
Vitória - ES - Ensaio: Muros e máscaras. Registros mostram a interação entre entre rostos cobertos com máscaras e arte na cidade em meio a pandemia de coronavírus.
Vitória - ES - Ensaio: Muros e máscaras. Registros mostram a interação entre entre rostos cobertos com máscaras e arte na cidade em meio a pandemia de coronavírus. Vitor Jubini
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Emanueli explica que, com a pandemia de coronavírus, a mudança do regime presencial para teletrabalho agora pode ser feita com aviso-prévio de apenas 48 horas. Já a carga horária de trabalho pode ser reduzida em até 70%, pelo prazo de 90 dias. A suspensão do contrato de trabalho, por sua vez, pode ser feita por até 60 dias

"E em ambos os casos, haverá o pagamento pelo governo e garantia de que o trabalhador receba, no mínimo, um salário mínimo e outras regras aplicáveis”, complementa ela. "A medida provisória também determina que a empresa contratante garanta o posto de trabalho ao empregado após a normalização da jornada pelo mesmo tempo que houve a redução. Ou seja, se ele trabalhou os 90 dias com salário reduzido, depois ele deve voltar ao salário inicial e trabalhar por, no mínimo, mais três meses, não podendo ser demitido", explica a contadora.

É HORA DE SE REINVENTAR

A pandemia já deixa suas marcas, e o mercado de trabalho não será o mesmo quando tudo isso passar. O planejador financeiro, Renan Lima defende que o momento pede mudança de hábitos. Mais do que nunca, enxergar as possibilidades do mundo digital é fundamental. E quem não tinha o hábito de organizar as finanças para ter uma reserva financeira também precisa reavaliar essa postura.

"A importância da reserva se provou nesse momento. Ela funciona mais ou menos como se fosse uma rede para o trapezista do circo. Tendo a rede, ele tem a segurança que pode fazer o número dele, porque se cair não vai se machucar. Se eu perder o emprego, se sofrer um acidente ou se surgir um gasto inesperado é a reserva que me socorre. Não vou fazer reserva de emergência no meio do furacão, agora é controlar as contas, buscar alternativas de entrada, auxílios. Talvez isso promova uma preocupação maior do brasileiro com relação às finanças", avalia.

Renan Lima

Planejador financeiro

"Os hábitos vão mudar, bem como as tendências de consumo e atendimento. Os trabalhos digitais, e-commerce, vão todos aumentar. Você já via um caminho nessa direção, mas a passos mais lentos, isso vai acelerar. Muitas empresas tiveram que se digitalizar na marra. Não vai deixar de existir shopping, mas cada vez mais vão fazer compras pela internet. Tinha gente que antes dessa pandemia nunca tinha comprado pela internet. É buscar alternativas dentro das atividades que estão funcionando. Áreas digitais, entregas, trabalhos de forma remota... Se você não tem aptidão para nenhum desses pontos é se reinventar mesmo. Existem muitos cursos disponíveis para tentar alguma oportunidade nesse sentido"

ESTAMOS LONGE DO FIM. INVISTA TEMPO EM CONHECIMENTO

A pandemia não tem data para acabar e a crise está muito longe do fim. Por isso, especialistas aconselham o trabalhador a aproveitar o tempo em casa para se qualificar. A internet está cheia de vídeos e cursos dos mais variados tipos para quem quiser aprender uma nova atividade ou se aperfeiçoar na área em que já atua

"O trabalhador precisa pensar em se qualificar para se manter competitivo no mercado. Aproveitar o maior tempo em casa para isso. À  medida que os setores forem votando ao normal, o mercado vai precisar voltar a contratar e quem tiver melhor qualificação vai sair na frente", lembra a contadora Emanueli Cristini.

A economista Arilda Teixeira lembra que qualificação sempre foi um diferencial importante e faz um alerta: é hora de reduzir gastos.

"Essa característica já existia antes dessa pandemia e vai permanecer. Baixa qualificação do mercado de trabalho brasileiro, baixo potencial de inovação e de empreendedorismo. São elementos que poderiam atenuar um pouco a situação econômica que a gente está passando. Como a gente vive sem dinheiro? Isso é uma pergunta que não tem resposta. O momento exige fazer mais com o que se tem, com menos", conclui.  

Trajetória do coronavírus no mundo

Coronavírus
 O novo vírus é apontado como uma variação da família coronavírus. Os primeiros foram identificados em meados da década de 1960, de acordo com o Ministério da Saúde. Tumisu | Pixabay
Coronavírus
 A doença provocada pela variação originada na China foi nomeada oficialmente pela Organização Mundial de Saúde (OMS) como COVID-19, em 11 de fevereiro. Ainda não está claro como ocorreu a mutação que permitiu o surgimento do novo vírus. mattthewafflecat | Pixabay
Casos de pneumonia detectados em Wuhan, na China, foram reportados para a OMS (Organização Mundial da Saúde). De acordo com o Hospital Municipal de Wuhan, os primeiros casos ocorreram entre 12 e 29 de Dezembro, sem identificação clara do vírus.
 A OMS emitiu o primeiro alerta para a doença em 31 de dezembro de 2019, depois que autoridades chinesas notificaram casos de uma misteriosa pneumonia na cidade de Wuhan, metrópole chinesa com 11 milhões de habitantes, sétima maior cidade da China e a número 42 do mundo.  . Google Earth
Mesa com vários tipos de comida
O surto inicial atingiu pessoas que tiveram alguma associação a um mercado de frutos do mar em Wuhan – o que despertou a suspeita de que a transmissão desta variação de coronavírus ocorreu entre animais marinhos e humanos.  . shutterstock
Coronavírus - Hospital
A primeira morte por coronavírus aconteceu na China, no dia 9 de janeiro. Um homem de 61 anos foi a primeira vítima. As pesquisas apontam que a primeira transmissão ocorreu de animal para humano. E depois passou a ocorrer de pessoa para pessoa. Pixabay
Idoso passeando no parque
Ao menos três estudos científicos já divulgados apontam que homens idosos com problemas de saúde são os mais vulneráveis. A idade média das primeiras vítimas era de 75 anos, segundo o Comitê Nacional de Saúde da República Popular da China. Pexels
Pessoa com termômetro na mão
Foram identificados sintomas como febre, tosse, dificuldade em respirar e falta de ar. Em casos mais graves, há registro de pneumonia, insuficiência renal e síndrome respiratória aguda grave. Pexels
Avanço do coronavírus no mundo
De acordo com informações da OMS, o novo coronavírus já se espalhou rapidamente em 166 países e territórios. Fora da China, região onde se concentra o maior número de casos, Irã, Coreia do Sul e Itália são os que têm registrado crescimento alarmante de vítimas da doença. . CNA
Lavar bem as mãos é umas das principais medidas para evitar o coronavírus
Ainda não há nenhum tratamento específico o Covid-19 e nem mesmo uma vacina, por isso, a melhor maneira de evitar o contágio é com higienização das mãos. Também é importante evitar tocar os olhos, nariz e boca, o ideal, é usar um lenço para fazê-lo. Pixabay
Ainda não há nenhum tratamento específico o Covid-19 e
nem mesmo uma vacina, por isso, a melhor maneira de evitar o contágio
é com higienização das mãos. Também é importante evitar tocar
os olhos, nariz e boca, o ideal, é usar um lenço para fazê-lo.
Ainda não há nenhum tratamento específico o Covid-19 e
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é com higienização das mãos. Também é importante evitar tocar
os olhos, nariz e boca, o ideal, é usar um lenço para fazê-lo.
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