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Carga irregular

Carga de cigarro apreendida no ES é avaliada em quase R$ 1 milhão

De acordo com a Secretaria da Fazenda,  a empresa responsável pela mercadoria já havia sido alvo de fiscalização irregular em setembro

Publicado em 19 de Novembro de 2020 às 16:48

Redação de A Gazeta

Publicado em 

19 nov 2020 às 16:48
A Polícia Rodoviária Federal apreendeu cerca de 675 mil maços de cigarro sem nota fiscal na BR 101
A Polícia Rodoviária Federal apreendeu cerca de 675 mil maços de cigarro sem nota fiscal na BR 101 Crédito: Divulgação/ PRF
As cargas de cigarro apreendidas na noite dessa terça-feira (17) e na manhã de quarta-feira (18), na BR-101, foram avaliadas  em R$ 907 mil segundo avaliação de auditores fiscais da Secretaria da Fazenda (Sefaz). A apreensão do produto, que estava dividido em um caminhão e uma van, foi realizada durante uma fiscalização pelas equipes da Polícia Rodoviária Federal (PRF) de Guarapari e Itapemirim .  As duas cargas pertencem à mesma empresa.
De acordo com informações da Sefaz, as apreensões foram efetuadas por policiais acompanhados de auditores fiscais da Receita Estadual. Segundo o auditor fiscal, Florentino Dalfior Junior,  na primeira apreensão em Itapemirim, no Sul do Estado, foram apreendidos 113 mil maços, com valor aproximado de R$ 585 mil.
“Nós ficamos desconfiados, pois havia várias notas cujas mercadorias possuíam destinos diferentes: Goiás, Bahia, Distrito Federal e Espírito Santo. Ao consultar, vimos que algumas chegaram a ser apresentadas na Bahia no dia 5 de novembro. Isso aponta que a empresa emite uma única nota fiscal e a utiliza para transportar a carga várias vezes”, explica Dalfior Junior. Neste caso, a autuação foi de R$ 333 mil.
Na segunda apreensão, ocorrida na quarta-feira (18),  em Guarapari,  foram localizados 61 mil maços, com valor aproximado de R$ 322 mil. 
Nos dois casos somados, o transporte irregular gerou uma autuação de R$ 465 mil. Somente após o pagamento do valor, a empresa poderá transportar a carga legalmente pelo Espírito Santo. 
A Sefaz ainda complementou que a mesma empresa já havia sido alvo de fiscalização em setembro. Na ocasião, a equipe de auditores fiscais averiguou que a nota fiscal em posse do motorista, emitida com origem no Rio de Janeiro e destino para o Estado do Ceará, somente cobria 10% da carga contida no caminhão.

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