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Volta às aulas: "Autorização precisa ser concedida pela Saúde", diz secretário

Segundo o secretário de Estado da Educação, Vitor de Angelo, uma avaliação será feita durante o mês de setembro, para checar se haverá condições de retorno em outubro

Publicado em 28/08/2020 às 07h49
Atualizado em 28/08/2020 às 09h02
O secretário de Estado da Educação, Vitor De Ângelo, em entrevista à TV Gazeta
O secretário de Estado da Educação, Vitor de Angelo, em entrevista à TV Gazeta. Crédito: Reprodução / TV Gazeta

O secretário de Estado da Educação, Vitor de Angelo, afirmou que ainda não há uma decisão tomada sobre o retorno das aulas presenciais no Espírito Santo. O posicionamento foi reforçado durante entrevista ao Bom Dia Espírito Santo, da TV Gazeta, onde o secretário ainda informou que, por se tratar de uma questão epidemiológica, é preciso que uma autorização seja dada pelas autoridades da Saúde.

“A gente não tem nenhuma decisão tomada. Estamos nos planejando para voltar, se isso for possível ou quando for possível, entendendo que aqui a questão é menos pedagógica e mais epidemiológica. Portanto, existe uma autorização que precisa ser concedida pela autoridade de Saúde, que vai dizer se é seguro ou não voltar, e quando será isso, afinal”, disse.

Ainda segundo o secretário, uma avaliação será feita durante o mês de setembro, para observar se haverá condições de retorno em outubro, ou não. O que prolongaria ainda mais o período de análise e, consequentemente, sem aulas presenciais.

“No momento, o governador já disse nessa semana, cabe uma avaliação ao longo do mês de setembro, para verificar que condições temos eventualmente para voltar no mês de outubro, ou não, e continuar neste processo de análise. Por enquanto, é preciso aguardar. Sei que isso gera angústia, mas é importante que os pais e responsáveis tenham certeza que a gente está se planejando com toda a transparência e tranquilidade para que, havendo segurança sanitária, a gente possa voltar”, destacou.

BÔNUS-DESEMPENHO

O secretário também falou sobre o bônus-desempenho a servidores da educação, que será pago em outubro. O bônus é um prêmio em dinheiro, concedido anualmente aos profissionais (professores, auxiliares administrativos, diretores, servidores em geral) que atuam em escolas e outras unidades da Secretaria de Educação (Sedu).

Segundo Vitor de Angelo, o valor é pago anualmente, mas sempre se referindo ao ano anterior. Ou seja, servidores que trabalharam em 2019, mas não estão atuando em 2020 também têm direito ao bônus. “Recebe (o bônus) porque tem a ver com o desempenho em 2019. É um pagamento que tem a ver com o desempenho no ano passado, período em que estava na rede e contribuiu para o resultado”, concluiu.

O profissional pode receber até um salário e meio a mais por ano, conforme os resultados obtidos na unidade na qual exerce suas funções, além do desempenho individual. Em 2019, foram pagos cerca de R$ 33 milhões em bônus para 13,7 mil profissionais. Este ano, serão pagos R$ 35 milhões.

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