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Em Montanha

Pais são denunciados por morte de filho de 2 anos em Montanha

Caso aconteceu em junho de 2023. Médico plantonista havia decidido pela internação da criança, mas pais retiraram o filho do hospital e levaram para casa

Publicado em 19 de Fevereiro de 2024 às 10:15

Redação de A Gazeta

Publicado em 

19 fev 2024 às 10:15
Hospital de Montanha: crise e ameaça de demissões
A criança foi levada ao Hospital de Montanha e retirada do local pelos pais sem liberação médica Crédito: Divulgação
Os pais de um menino de 2 anos foram denunciados pelo Ministério Público do Espírito Santo (MPES), após retirarem a criança do hospital, sem receber alta, contrariando a decisão médica, e ela morrer no dia seguinte. O caso aconteceu em junho do ano passado na cidade de Montanha, no Norte do Espírito Santo. O casal responderá pela prática do crime de homicídio qualificado, por omissão. A identificação dos pais não foi informada. 
O caso ocorreu no dia 10 de junho, quando a criança foi levada ao Hospital e Maternidade Nossa Senhora Aparecida, em Montanha, pela mãe, com febre alta, e chegou ao atendimento em crise convulsiva. Após a avaliação, o médico plantonista concluiu que a criança necessitava de internação. Entretanto, a mãe e o pai, que também chegou ao hospital, contrariaram a decisão médica e levaram o filho para casa, mesmo sabendo que estava em grave estado de saúde.
No mesmo dia, à noite, a mãe retornou à unidade com a criança já em parada cardiorrespiratória, sendo necessária a transferência para um hospital de Colatina. O menino foi internado na madrugada do dia 11 e morreu naquela manhã, com bradicardia persistente e várias paradas cardiorrespiratórias.
A denúncia foi recebida pela Justiça e os pais se tornaram réus e vão responder judicialmente pelos fatos narrados pelo MPES. “Diante dos fatos, o MPES entende que os denunciados, além da prática de omissão para evitar o ocorrido, contribuíram para o que resultou na morte da criança, visto que possuíam o dever legal de agir, uma vez que têm por lei a obrigação de cuidado, proteção e vigilância”, finalizou em nota.

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