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Educação na pandemia

Governo do ES deve decidir critérios de volta às aulas nesta sexta-feira

Seguindo o Mapa de Risco, não pode haver aulas em cidades classificadas em risco extremo ou risco alto. A expectativa é de que um novo documento seja divulgado nesta sexta-feira (7)

Publicado em 07 de Maio de 2021 às 13:24

Isaac Ribeiro

Publicado em 

07 mai 2021 às 13:24
Governo do ES decide nesta semana sobre a retomada das aulas presenciais
Governo do ES decide nesta semana sobre a retomada das aulas presenciais Crédito: Pixabay
Com a divulgação do novo Mapa de Risco prevista para esta sexta-feira (7), existe a possibilidade do governo do Estado definir critérios de volta às aulas presenciais mesmo nas escolas localizadas em municípios classificados em risco alto de Covid-19.
O assunto foi tema da sala de situação na semana passada. Porém, não houve consenso para flexibilizações da área da educação. Antes de um posicionamento oficial do governo do Estado, o prefeito de Vitória, Lorenzo Pazolini, anunciou nesta semana que as aulas na Capital seriam retomadas segunda-feira (10). Atualmente, Vitória está em risco alto.
No pronunciamento da última sexta-feira (30), o governador Renato Casagrande disse que discute o tema com o sindicato dos professores, públicos e privados, e com donos de empresas. O objetivo é encontrar um caminho seguro para o retorno presencial.
"Não conseguimos fechar um entendimento, mas vamos construir um caminho para dar mais um passo adiante e termos um atendimento a mais nos municípios de risco alto", pontuou o governador, na ocasião.
A direção do Sindicato dos Trabalhadores em Educação Pública do Espírito Santo (Sindiupes) defende que a questão seja discutida com "bom senso e que a ciência seja o parâmetro no ato da decisão de tamanha responsabilidade".
O diretor do Sindiupes Paulo Loureiro acredita que a volta às aulas presenciais deve acontecer com o avanço da vacinação contra a Covid-19 dos trabalhadores da educação.
"Nós não concordamos com essa política de imposição de um retorno de qualquer forma, sendo que a comunidade escolar não está imunizada. Uma pequena parte dos professores tomou a primeira dose da vacina. Entendemos que a imunização acontece quando  tomamos a duas doses", ressaltou.
Já para o vice-presidente do Sindicato das Empresas Particulares de Ensino (Sinepe-ES), Eduardo Costa Gomes, a expectativa é de que sejam anunciadas flexibilizações para que as escolas funcionem mesmo em cidades classificadas em risco alto. Ele pontuou que o retorno às aulas presenciais é um tema defendido até mesmo por entidades médicas do Estado.
"O foco principal são as escolas da educação infantil e séries iniciais. Estamos prontos há muito tempo, o protocolo sanitário [definido pelo governo do Estado] nas escolas particulares foi levado a serio", afirma Eduardo.

COMO ESTÃO AS AULAS

No risco extremo, as atividades educacionais com a presença dos estudantes ficam suspensas por completo, sendo autorizadas apenas as aulas remotas. No risco alto, o ensino permanece no modelo remoto, tanto na rede privada quanto na pública, porém estão autorizados atendimentos individuais presenciais para que os professores possam dar assistência a seus alunos.
No risco moderado, são permitidas atividades com a presença de alunos nos estabelecimentos de ensino, desde que sejam seguidos todos os protocolos de segurança sanitária definidos pelo governo do Estado e as prefeituras. Um desses itens é a manutenção apenas 50% do total de alunos em cada sala de aula
Imagem de um jovem tendo a temperatura medida pelo pulso por uma mulher na entrada de uma escola
Medição de temperatura é uma das medidas adotadas nas aulas presenciais Crédito: Carlos Alberto Silva

O QUE DIZ A SEDU

Questionada nesta semana após Vitória anunciar a volta às aulas para segunda-feira (10), a Secretaria de Estado da Educação (Sedu) informou que continua seguindo o "Mapa de Risco do Governo do Estado, que é atualizado semanalmente".
"Atualmente, nos municípios de Risco Moderado (e quando houver municípios de Risco Baixo) as aulas na Rede Estadual podem ser realizadas no formato híbrido (presencial e remoto). As redes privada e municipais podem adotar o mesmo modelo, podendo, também, ser presencial. Vinte e dois (22) municípios, classificados, atualmente, como Risco Moderado já realizam aulas no formato híbrido, segundo o Mapa de Risco vigente de 3 a 7 de maio", limitou-se a informar o documento.

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