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Falta de máscara e lotação nos ônibus geram 7 mil denúncias no ES

Ausência de proteção concentrou cerca de 60% das reclamações; uso é obrigatório e canal para queixar funciona há apenas 15 dias

Publicado em 10 de Junho de 2020 às 19:55

Redação de A Gazeta

Publicado em 

10 jun 2020 às 19:55
Muitos usuários do Transcol estão usando a máscara de proteção contra o coronavírus. Mas ainda é possível ver alguns em ela ´
Muitos usuários do Transcol estão usando a máscara de proteção contra o coronavírus. Mas ainda é possível ver alguns em ela ´ Crédito: Carlos Alberto Silva
Bastaram 15 dias para que milhares de denúncias sobre pessoas sem máscara e ônibus lotados fossem registradas junto ao Governo do Espírito Santo. Ao todo, foram mais de 7 mil reclamações oficiais sobre o não cumprimento das medidas que pretendem evitar a propagação do novo coronavírus no Estado.
Conforme dados divulgados nesta quarta-feira (10), pela Companhia Estadual de Transportes Coletivos de Passageiros (Ceturb-ES), a maioria – cerca de 60% – diz respeito à falta de proteção facial pelos próprios usuários do Transcol, nome dado ao sistema de transporte público intermunicipal da Grande Vitória.
Dentre os terminais, o cenário em que as pessoas menos se cuidaram é o Terminal de Laranjeiras, na Serra. Sozinho, o local concentrou 17% das respectivas denúncias; mas foi seguido de perto por outros três:
  • Terminal de Campo Grande, em Cariacica (16%);
  • Terminal de Vila Velha, na cidade homônima (15%);
  • Terminal de Carapina, na Serra (14%).
Já as linhas em que mais passageiros foram flagrados sem máscara foram:
  • 507 – Ibes x Laranjeiras (3,6%);
  • 591 – Campo Grande x Serra (3,4%);
  • 525 – Itacibá x Vila Velha (3,1%);
  • 535 – Carapina x Campo Grande, via Jardim América (3,1%).

AS MAIORES LOTAÇÕES

Das mais de 7 mil denúncias registradas, cerca de 2.300 se relacionavam a ônibus cheios, com passageiros em pé – quando a orientação é que os ônibus circulem apenas com as poltronas ocupadas, tendo os corredores livres, a fim de aumentar a distância entre cada indivíduo dentro do coletivo.
Nesse sentido, as linhas mais problemáticas foram as seguintes:
  • 591 – Campo Grande x Serra (5,7%);
  • 525 – Itacibá x Vila Velha (4,6%);
  • 507 – Ibes x Laranjeiras (3,6%);
  • 518 – Carapina x Ibes, via Seragim Derenzi (3,5%).
Com base nesses dados, a quantidade de ônibus disponibilizados poderá mudar a fim de diminuir a lotação. “Na linha 518, por exemplo, já colocamos carros articulados para suprir a demanda nos horários de pico. Vamos analisar as demais da mesma forma e melhorar a oferta, se for preciso”, explicou Raphael Trés, diretor-presidente da Ceturb-ES.

FAÇA A SUA PARTE

Enquanto isso, o diretor-presidente pede para que a população siga as recomendações do Governo do Estado. “Se puderem, fiquem em casa. Caso precisem usufruir do transporte público, usem máscaras. Se o ônibus estiver com os lugares ocupados, aguardem o próximo", disse Raphael Trés.

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