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Espírito Santo ultrapassa a marca de 5 mil mortes por Covid-19

Segundo a Secretaria de Saúde (Sesa), o Espírito Santo contabilizou 35 mortes e 1.698 pessoas infectadas em 24 horas.  Número de pessoas que perderam a vida para doença chega a 5.031

Publicado em 29/12/2020 às 16h53
O ES chega ao número de 5 mil mortos por Covid-19
O ES bate o número de 5 mil mortos por Covid-19. Crédito: KTMD Entretainment/Unsphash/Arte Geraldo Neto

O Espírito Santo vai encerrar o ano de 2020 com uma triste estatística. Na tarde desta terça-feira (29), o Estado ultrapassou a marca de cinco mil mortos por Covid-19, doença causada pelo novo coronavírus. De acordo com os dados do Painel Covid-19, da Secretaria de Estado da Saúde (Sesa), form 35 mortes e 1.698 casos confirmados em apenas 24 horas. 

Com isso, o Estado capixaba contabiliza um total de 5.031 mortes provocadas pela doença e 244.251 pessoas infectadas.

O município de Vila Velha, com 33.376 registros, mantém o maior número de moradores infectados desde o início da pandemia. Em seguida, estão Serra (30.407), Vitória (28.565) e Cariacica (20.723).

Entre os bairros, Jardim Camburi, na Capital, também segue no topo do ranking, com 4.183 pessoas contaminadas desde o início da contagem, seguido pela Praia da Costa, em Vila Velha, com 3.699.

A quantidade de curados em todo o Estado também subiu, chegando a 224.547. A taxa de letalidade da Covid-19 se mantém 2,1%, e mais de 762 mil testes já foram realizados no Espírito Santo.

"FRANCA FASE DE ACELERAÇÃO"

No início da noite de segunda-feira (28), o secretário de Estado da Saúde, Nésio Fernandes, publicou no Twitter uma sequência de postagens com relação ao avanço do novo coronavírus no Espírito Santo. Demonstrando preocupação, escreveu que "vivemos franca fase de aceleração de casos, internações e óbitos". 

"Não temos "platô", não temos vacina disponível no Brasil, não temos tratamento medicamentoso específico. Vivemos franca fase de aceleração de casos, internações e óbitos", alertou Nésio. 

O secretário ainda fez um alerta para um cenário preocupante para o próximo ano. "Janeiro poderá ser pior se não impedirmos a transmissão da doença por meio do distanciamento social, higiene das mãos e superfícies, uso de máscaras, isolamento de suspeitos/confirmados, ampla testagem, internação oportuna dos pacientes críticos", ressaltou. 

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