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ES começa a vacinar 255 mil idosos com a 3ª dose contra Covid a partir de segunda

No grupo também estão contempladas pessoas com limitações em seu sistema imunológico, como pacientes com câncer e HIV; agendamento será feito pelos municípios

Publicado em 03/09/2021 às 19h36
Vacinação idosos Linhares
Os municípios estão autorizados a agendar a terceira dose de vacina para os idosos a partir de segunda-feira (6). Crédito: Prefeitura de Linhares

A aquisição de 500 mil doses da Coronavac pelo governo estadual vai permitir que o Espírito Santo antecipe a aplicação da 3ª dose na população mais vulnerável à Covid-19. A estimativa é contemplar com o reforço cerca de 255 mil idosos a partir de 70 anos e imunossuprimidos - pessoas com limitações em seu sistema imunológico, como os pacientes com câncer e HIV, a partir de segunda-feira (6).

Este público seria atendido, conforme recomendação do Ministério da Saúde, a partir do 15 de setembro com as doses enviadas pelo Programa Nacional de Imunização (PNI). Contudo, as remessas deveriam ser também distribuídas para vacinação de primeira e  segunda doses (D1 e D2) do restante da população. 

Com as doses da Coronavac adquiridas, observou o governador Renato Casagrande em pronunciamento, haverá uma espécie de compensação porque serão vacinadas 250 mil pessoas com esse imunizante. Assim, tudo o que chegar pelo PNI poderá ser voltado aos idosos e imunosssuprimidos.

Para a dose de reforço, que deve ter um intervalo mínimo de seis meses da D2, o Ministério da Saúde orienta que a prioridade seja da vacina da Pfizer, mas também poderão ser aplicados os outros imunizantes de vetor viral - Astrazeneca e Janssen.

Casagrande disse que os municípios estão autorizados, a partir de segunda-feira (6), a providenciar o agendamento para aplicar a D3. O atendimento desse público, segundo a Secretaria de Estado da Saúde (Sesa), deve seguir os mesmos critérios adotados nas fases iniciais por cada gestão municipal. 

Questionado se a dose de reforço será aplicada a outros públicos, o governador afirmou que há possibilidade de os idosos na faixa de 60 a 69 anos e também outros grupos de risco serem atendidos futuramente, conforme a disponibilidade de vacinas ofertadas pelo Ministério da Saúde.

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