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Publicado em 16 de janeiro de 2026 às 11:37
A exoneração do delegado Romualdo Gianordoli Neto da Secretaria de Estado da Segurança Pública e Defesa Social (Sesp) se converteu em uma briga nas redes sociais com o comando da Polícia Civil no Espírito Santo e foi parar na Justiça. A reportagem de A Gazeta preparou um vídeo que explica como uma relação até então harmoniosa com a chefia da corporação se desgastou e deu espaço a ataques virtuais e processos. (Assista acima)>
Gianordoli ganhou projeção estadual após liderar a prisão do traficante Marujo em 2024. Ele foi promovido a subsecretário de Inteligência, em setembro daquele ano, mas foi exonerado em outubro de 2025 e transferido para a assessoria da Sesp, função da qual foi dispensado em dezembro passado.>
Em vídeo publicado nas redes sociais, alegou que sua saída está relacionada à Operação Baest. Segundo o delegado, as investigações sobre o braço financeiro do crime organizado teriam alcançado um empresário influente da Serra, mas acabaram não avançando. Na gravação, ele chegou a declarar que a Polícia Civil se encontra "bastante corroída".>
A Sesp e a Polícia Civil rebateram as acusações, atribuindo a demissão a desgastes interpessoais e sugerindo que o delegado utiliza o episódio como pretexto para pretensões eleitorais. Além disso, a corporação revelou que Gianordoli é alvo de uma investigação sigilosa por suposta apropriação de informações confidenciais, caso que já foi encaminhado ao Ministério Público. Por ser servidor concursado, ele permanece nos quadros da corporação e deve retomar suas funções de delegado após o período de férias, em 29 de janeiro.>
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