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Criança atingida na cabeça por tiro acidental em Piúma segue em estado grave

Caso aconteceu na manhã deste domingo (16). Menina de 4 anos foi atingida por um disparo de uma espingarda de chumbinho enquanto brincava com a irmã

Tempo de leitura: 2min
Cachoeiro de Itapemirim / Rede Gazeta
Publicado em 17/01/2022 às 10h19
Criança de 4 anos é levada pelo Notaer para o Hospital Infantil
Criança de 4 anos é levada pelo Notaer para o Hospital Infantil. Crédito: Divulgação/Notaer

menina de 4 anos atingida na cabeça por um tiro de arma de chumbinho enquanto brincava na sala de casa, na manhã deste domingo (16), em Piúma, no Litoral Sul do Espírito Santo, continua internada em estado grave. Segundo informações da Polícia Militar, o disparo teria sido efetuado pela irmã, de 10 anos, enquanto brincavam.

Na manhã desta segunda-feira (17), a informação do pai da menina é de que a filha está em coma. A criança está internada no Hospital Infantil, em Vitória, e é acompanhada pela mãe.

O acidente aconteceu durante a manhã, na casa da família, no Centro do município. Um familiar contou como o fato aconteceu em entrevista à repórter Naiara Arpini, da TV Gazeta.

“As duas estavam sentadas na sala brincando, vendo desenho e aconteceu a fatalidade dela pegar a espingarda e brincando teve o disparo que atingiu a pequena de 4 anos, ficamos chocados com a cena e saímos correndo para socorrer no Hospital de Piúma, foi um medo tão grande da criança morrer ali”, disse o familiar.

A menina foi levada pelo pai até um hospital no município e logo transferida por aeronave do Núcleo de Operações e Transporte Aéreo da Secretaria da Casa Militar (Notaer) para Vitória.

A vítima passou por uma cirurgia no domingo, porém a munição permanecia alojada na cabeça da criança. Segundo a Polícia Militar, o pai teria esquecido a arma utilizada, uma espingarda calibre 5.5, na sala de casa. O pai da menina se apresentou no plantão da Delegacia Regional de Itapemirim, foi ouvido e liberado, já que o caso não estava em estado de flagrante. A Delegacia de Polícia de Piúma, segundo a assessoria da PC, apura o caso.

Os nomes das crianças e também dos familiares não foram divulgados para preservar a identidade das meninas.

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