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PF prende empresário suspeito de atuar em esquema milionário no ES

O homem, procurado pela polícia por evasão de divisas e lavagem de dinheiro, tinha um mandado de prisão em aberto, que foi cumprido pela Polícia Federal neste domingo (16)

Tempo de leitura: 2min
Vitória / Rede Gazeta
Publicado em 17/01/2022 às 09h25
Polícia Federal
Sede da Polícia Federal em São Torquato, Vila Velha. Crédito: Carlos Alberto Silva

Um empresário foi preso na tarde deste domingo (16), em Aracruz, na região Norte do Estado, em uma ação da Delegacia de Repressão à Corrupção e Desvios de Verbas Públicas da Polícia Federal. A prisão foi um prosseguimento da Operação Masqué III.

Segundo a PF, o homem, que não teve a identificação divulgada, era considerado foragido. Contra ele havia um mandado de prisão em aberto expedido pela 1ª Vara Criminal Federal de Vitória. No último dia 13, os agentes tentaram cumprir  o mandado de prisão preventivo, porém o acusado não foi localizado.

De acordo com as investigações, o homem está envolvido em um esquema milionário de evasão de divisas e lavagem de dinheiro.

O CASO

A terceira fase da operação Masqué (com duas fases anteriores deflagradas em 2019 e 2021) visou cumprir 02 (dois) mandados de prisão preventiva na Grande Vitória/ES, mas apenas um dos investigados foi preso. O segundo homem não foi encontrado e passou a ser considerado foragido da Justiça.

Naquele mesmo dia, a Polícia Federal contou com o apoio de uma equipe da Sejus para a colocação de tornozeleira eletrônica em um terceiro investigado.

A investigação apurou a existência de uma organização criminosa dedicada a lavagem de capitais a partir da aquisição de imóveis, embarcações e veículos em nome de terceiros e à evasão de divisas.

Os investigados responderão pelo crime de organização criminosa, lavagem de dinheiro, e por efetuar operação de câmbio não autorizada com o fim de promover evasão de divisas do País.

MILHÕES LAVADOS

Após a prisão do então foragido, o superintendente da Polícia Federal no Espírito Santo, Eugênio Ricas, detalhou a maneira como o grupo atuava. Segundo ele, o homem preso em Aracruz era um dos líderes do esquema que lavou "centenas de milhares de reais". Nas palavras do chefe da PF, cerca R$ 40 milhões em bens foram retidos do empresário envolvido. 

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