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Estudante de Direito é morto em assalto na frente da namorada em Guarapari

Estudante de Direito é morto em assalto na frente da namorada em Guarapari

Fabrício Nogueira Bianchi, de 22 anos, e a namorada estavam sentados em um banco na orla quando foram abordados pelo assaltante; pai diz que alertava o filho para evitar o local

Mikaella Mozer

Repórter / [email protected]

Publicado em 6 de fevereiro de 2026 às 08:13

Fabrício Nogueira Bianque, de 22 anos, foi morto a facadas durante assalto em Guarapari
Fabrício Nogueira Bianchi, de 22 anos, foi morto a facadas durante assalto em Guarapari Crédito: Arquivo pessoal

Um estudante de Direito, de 22 anos, foi morto a facadas na frente da namorada durante um assalto na Praia do Riacho, em Guarapari, no Espírito Santo, na noite de quinta-feira (6). Familiares contaram ao g1 ES que o casal estava em uma calçada na orla quando foi abordado por um homem que anunciou o assalto. A vítima, identificada como Fabrício Nogueira Bianchi, reagiu e acabou sendo esfaqueada pelo assaltante. O suspeito teria sido detido.

Fabrício foi socorrido pelo Serviço de Atendimento de Urgência e Emergência (Samu/192) e encaminhado a uma Unidade de Pronto Atendimento (UPA) da região, mas não resistiu. A reportagem teve acesso a um áudio gravado pelo pai de Fabrício. Na gravação, ele relata que o filho se formaria em Direito no fim do primeiro semestre de 2027 e afirma estar abalado após assistir ao vídeo do crime.

“Não consigo acreditar no que aconteceu. A pior coisa do mundo é um pai ter que enterrar um filho. Estou tentando ser o mais forte possível, até porque a mãe dele e a namorada, que estava com ele, estão assustadas. Era um menino que nunca deu trabalho, nunca aprontou. Até os 20 anos, nunca chegou meia-noite em casa”, desabafou o pai. 

Ainda no áudio, o pai contou que alertava o jovem para evitar o local onde o assassinato ocorreu. “A única coisa que ele fazia era pegar a namorada quase todo dia e sentar no começo da calçada da Praia do Riacho. E muitas vezes eu avisei que ali não era lugar para ficar, mas Deus sabe de todas as coisas”, afirmou.

A reportagem de A Gazeta procurou as polícias Civil Militar, mas não obteve retorno até a última atualização desta matéria.

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