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Regras em vigor no ES

Covid-19: veja em quais situações não há limitação de alunos em academias

Em cidades com risco moderado para a transmissão da Covid-19 como Vitória, Vila Velha e Serra, as academias não têm mais a restrição de atender apenas cinco alunos por hora

Publicado em 22 de Julho de 2020 às 16:12

Redação de A Gazeta

Publicado em 

22 jul 2020 às 16:12
Coronavírus: Academias ficarão fechadas em Linhares
Academias podem funcionar sem restrição de quantidade de frequentadores em municípios com risco moderado para a Covid-19 Crédito: Freepik
As academias localizadas em Vitória, Vila Velha, Serra e nos municípios classificados com risco moderado para a transmissão do coronavírus no Espírito Santo não têm mais a obrigação de limitar o atendimento a apenas cinco alunos por hora, com aulas marcadas.  As mudanças nas regras aplicáveis à utilização de academias de ginástica foram definidas pela Matriz de Risco para a Covid-19 e publicadas em decreto na edição extra do Diário Oficial do Estado do dia 11 de julho. Em Cariacica, continuam valendo as regras aplicáveis aos municípios com risco alto para o novo coronavírus.
Apesar da extensão do funcionamento das academias, medidas de distanciamento social e higiene ainda devem ser tomadas, conforme prevê a Portaria Nº 100-R de 30 de maio.  Dentre elas, está "garantir as condutas adequadas de higiene pessoal e o controle de saúde dos colaboradores e clientes, a fim de minimizar o risco de transmissão do novo coronavírus".
De acordo com o presidente da Associação das Academias de Ginástica do Espírito Santo (Acages), Carlos Andrião, o clima é de satisfação com as novas definições para as cidades de risco moderado. "Trabalhamos muito com governo para a liberação de um aluno por cada 15 metros quadrados, em uma proporção de igualdade entre pequenas, médias e grandes academias. Agora teremos todas as academias retornando e levando saúde para nossos clientes, afinal atividade física é fundamental. O clima é de alegria. E a expectativa agora é de recebermos 30% dos nossos alunos", expressou.
Ainda segundo Andrião, a mudança se dá apenas em relação ao limite de alunos atendidos nas academias, mas os demais itens continuam sendo obrigatórios. "Ainda serão colocados em prática o uso de máscara, distanciamento, higienização, e também há restrições como o não uso dos equipamentos como esteiras, bicicletas, aulas coletivas, piscina e outros", disse.
"Quem voltar agora para as academias vai encontrar um ambiente totalmente diferente e preparado para as novas regras. Os equipamentos foram isolados para manter distanciamento, áreas no solo foram demarcadas, quantidade de clientes reduzidos, clientes agendados para garantir controle de números de acesso à academia, intervalos para higienização dos equipamentos"
Carlos Andrião - Presidente da Acages
Em matéria veiculada nesta terça-feira (21) em A Gazeta, constava que a regra de capacidade máxima de alunos nas academias em cidades de risco moderado ainda era de cinco pessoas por vez. A explicação havia sido dada, à ocasião, pela Secretaria de Estado da Saúde (Sesa), no sentido de que o capítulo V da Portaria Nº 100-R de 30 de maio ainda era válido. No entanto, houve alteração do artigo 11 § 2º, inciso V, da mesma Portaria, o que significa que a medida não vale mais para os municípios em risco moderado.

SHOPPINGS E LOJAS DE RUA

Com relação ao atendimento das lojas de shoppings e de rua, houve ampliação de funcionamento. As lojas de shoppings podem abrir das 12h às 20h, de segunda a sexta-feira. O comércio de rua fica liberado para funcionar durante a semana, das 10h às 16h, sem o rodízio por segmentos. Ainda não é permitida a abertura aos fins de semana. Já Cariacica, que ainda está em risco alto, poderá ampliar o horário de shoppings, mas terá que permanecer com a abertura escalonada do comércio de rua.
Segundo o último mapa de risco divulgado pelo governo no sábado (18), 14 cidades continuam em risco alto, 45 em risco moderado (incluindo as da Grande Vitória, menos Cariacica) e 19 em risco baixo. Para definir a situação de cada um destes locais, o governo utiliza a Matriz de Risco, um sistema de avaliação que cruza vários indicadores para obter o nível de ameaça e vulnerabilidade das cidades diante da Covid-19.
Quatro parâmetros estão sendo levados em conta para definir a ameaça na Matriz de Risco: letalidade da Covid-19, isolamento, percentual de pessoas com mais de 60 anos na população e número de casos ativos. Além disso, a taxa de ocupação dos leitos de UTI (atualmente está em 76%) é considerada como fator de vulnerabilidade do Estado para a doença. Os dados são atualizados semanalmente.

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