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Atendimento em centro de quarentena será reduzido de 50 para 15 doentes em Vitória

Estrutura foi montada pela prefeitura no Sambão do Povo para acolher pacientes com Covid-19 em situação de vulnerabilidade. Como a demanda foi menor que o previsto, espaço será readequado

Publicado em 22 de Julho de 2020 às 10:07

Redação de A Gazeta

Publicado em 

22 jul 2020 às 10:07
Vitória - ES - Local no Sambão do Povo onde a Prefeitura irá montar uma estrutura para abrigar doentes de Covid-19.
Vitória - ES - Local no Sambão do Povo onde a Prefeitura irá montar uma estrutura para abrigar doentes de Covid-19. Crédito: Vitor Jubini
Atendimento em centro de quarentena será reduzido de 50 para 15 doentes em Vitória
Com uma demanda menor do que o previsto inicialmente, o centro de quarentena, montado pela Prefeitura de Vitória no Sambão do Povo para acolher pacientes com Covid-19 em situação de vulnerabilidade, vai ser readequado – capacidade atual para até 50 atendimentos simultâneos passará para 15.
Já foram gastos R$ 250 mil na estrutura, localizada no Sambão do Povo, que pode atender até 50 pessoas simultaneamente, mas o espaço só teve a demanda de 10 pacientes. A previsão inicial era de que o espaço recebesse até 800 pacientes em um período de seis meses, com um custo total de R$ 1,8 milhão.
O  centro de quarentena foi criado para acolher idosos, moradores em situação de rua, deficientes físicos e outras pessoas que tenham dificuldade de manter o isolamento por 14 dias, como é indicado para pacientes com coronavírus.
"Importante dizer que essa é uma notícia positiva: estamos falando da diminuição de uma capacidade total de um serviço feito para enfrentar uma pandemia. Estamos sendo surpreendidos por uma curva descendente antes do tempo que os próprios epidemiologistas indicavam. Como gestores, temos que nos precaver para o pior cenário e o pior cenário era de 800 pessoas para serem atendidas", comentou, em entrevista para a TV Gazeta, Bruno Toledo, o coordenador do Comitê de Gerenciamento das Políticas Sociais dos impactos causados pela Covid-19 – criado pela Prefeitura de Vitória.
Questionado se não seria mais viável economicamente buscar outras formas de atendimento para esses pacientes, como hospedagens, Toledo justificou que esse é um serviço de acolhimento para pacientes em vulnerabilidade social e que, por isso, são necessários profissionais capacitados.
Toledo disse que pretende adequar a estrutura para ter capacidade de atender 15 pessoas simultaneamente. O recurso para a estrutura veio do governo federal especificamente para essa finalidade e deverá ser devolvido caso não seja totalmente gasto.

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