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Arcebispo de Vitória pede responsabilidade no retorno das atividades

"O desafio da pandemia ainda bate à nossa porta", alertou Dom Dario Campos, em carta enviada aos padres da Arquidiocese de Vitória

Publicado em 22/07/2020 às 07h28
Atualizado em 22/07/2020 às 10h26
Arcebispo de Vitória, Dom Dario celebra missa de abertura da Festa da Penha
Arquivo: arcebispo de Vitória, Dom Dario. Crédito: Fernando Madeira

Em uma nova carta enviada aos padres da Arquidiocese de Vitória na última segunda-feira (20), o arcebispo Dom Dario Campos pediu responsabilidade no retorno às atividades presenciais nas igrejas, que estavam suspensas por causa da Covid-19: "O desafio da pandemia ainda bate à nossa porta", alertou o líder religioso.

Na última semana, o governador Renato Casagrande (PSB) sancionou uma lei que inclui as igrejas na lista de atividades essenciais. A lei foi publicada na última segunda-feira. Assim, os templos precisam manter a possibilidade do atendimento presencial, mesmo durante períodos de calamidade pública, como a pandemia de coronavírus.

No final de junho, Dom Dario também enviou uma carta recomendando a reabertura gradual das igrejas para missas e celebrações da palavra, desde que elas sigam algumas orientações, como aferir a temperatura dos fiéis, recomendar que pessoas do grupo de risco para o coronavírus não compareçam às celebrações e manter o distanciamento social nos bancos e nas filas.

No novo documento, enviado na última segunda, o arcebispo diz que as comunidades devem se preparar bem para esse retorno. "Sendo assim, devemos criar em nosso povo a consciência de que somos todos responsáveis por esse retorno, multiplicando a postura e a responsabilidade do cuidado uns com os outros, algo que nasce na intimidade com o Bom Pastor", afirmou o religioso.

Carta do arcebispo

Dom Dario também pediu que esse cuidado seja abordado nas celebrações. "Por isso, falemos sobre a necessidade deste cuidado mútuo em nossas celebrações e reflitamos, com nosso povo sobre a necessidade do mesmo. Preparando assim, quando for possível, o retorno de nossa vida eclesial, por meio de posturas de responsabilidade e atenção, cuidado e zelo para com todos", pontuou.

Na carta, o arcebispo ainda afirma que toda a arquidiocese foi de alguma forma atingida "pelo isolamento social, pela distância uns dos outros, pela perda de pessoas que conhecíamos e amávamos".

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