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Centro de quarentena em Vitória recebe primeiros pacientes com Covid-19

Estrutura começou a funcionar na última sexta-feira (3). O centro utiliza os camarotes do Sambão do Povo, onde acontece anualmente o Carnaval de Vitória

Publicado em 06/07/2020 às 16h44
Vitória - ES - Local no Sambão do Povo onde a Prefeitura irá montar uma estrutura para abrigar doentes de Covid-19.
Sambão do Povo foi escolhido pela Prefeitura para receber uma estrutura  que abriga doentes de Covid-19. Crédito: Vitor Jubini

O Centro de Quarentena localizado no Sambão do Povo, em Vitória, já recebeu os primeiros pacientes com a Covid-19. A estrutura elaborada pela Prefeitura de Vitória começou a funcionar na última sexta-feira (3) e tem capacidade para abrigar, ao mesmo tempo,  50 pessoas com a doença. A administração municipal estima receber 800 pessoas nos próximos seis meses. Nos últimos dias, dois indivíduos chegaram ao local, preparado para receber pessoas em situação de rua ou que não têm condições de manter o distanciamento social dentro das próprias residências.

Em entrevista ao jornalista Fábio Botacin, da CBN Vitória, nesta segunda-feira (6), o coordenador do Comitê de Gerenciamento das Políticas Sociais dos impactados causados pela Covid-19, da Prefeitura de Vitória, Bruno Toledo, informou que os dois primeiros ocupantes do espaço são moradores em situação de rua. Um deles testou positivo para o novo coronavírus. O segundo apresenta sintomas leves, mas ainda não há confirmação da doença.

Criado pela prefeitura da capital para monitorar os casos confirmados e atenuar a disseminação do novo coronavírus, os espaços serão utilizados por indivíduos que apresentam sintomas leves da doença,  portanto, não precisam de atendimento médico especializado dentro de unidades de saúde.

Montagem do Centro de Quarentena no Sambão do Povo

Vitória - ES - Local no Sambão do Povo onde a Prefeitura irá montar uma estrutura para abrigar doentes de Covid-19.
Vitória - ES - Local no Sambão do Povo onde a Prefeitura irá montar uma estrutura para abrigar doentes de Covid-19. Vitor Jubini
Vitória - ES - Local no Sambão do Povo onde a Prefeitura irá montar uma estrutura para abrigar doentes de Covid-19.
Vitória - ES - Local no Sambão do Povo onde a Prefeitura irá montar uma estrutura para abrigar doentes de Covid-19. Vitor Jubini
Vitória - ES - Local no Sambão do Povo onde a Prefeitura irá montar uma estrutura para abrigar doentes de Covid-19.
Vitória - ES - Local no Sambão do Povo onde a Prefeitura irá montar uma estrutura para abrigar doentes de Covid-19. Vitor Jubini
Vitória - ES - Local no Sambão do Povo onde a Prefeitura irá montar uma estrutura para abrigar doentes de Covid-19.
Vitória - ES - Local no Sambão do Povo onde a Prefeitura irá montar uma estrutura para abrigar doentes de Covid-19. Vitor Jubini
Vitória - ES - Local no Sambão do Povo onde a Prefeitura irá montar uma estrutura para abrigar doentes de Covid-19.
Vitória - ES - Local no Sambão do Povo onde a Prefeitura irá montar uma estrutura para abrigar doentes de Covid-19. Vitor Jubini
Vitória - ES - Local no Sambão do Povo onde a Prefeitura irá montar uma estrutura para abrigar doentes de Covid-19.
Vitória - ES - Local no Sambão do Povo onde a Prefeitura irá montar uma estrutura para abrigar doentes de Covid-19.
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Vitória - ES - Local no Sambão do Povo onde a Prefeitura irá montar uma estrutura para abrigar doentes de Covid-19.
Vitória - ES - Local no Sambão do Povo onde a Prefeitura irá montar uma estrutura para abrigar doentes de Covid-19.

São cerca de 40 profissionais zelando pela saúde das pessoas que ali se encontram. A rotina envolve cuidados médicos, psicológicos e cinco refeições por dia.

INSATISFAÇÃO DE MORADORES DA REGIÃO

O Centro de Quarentena voltado à população socialmente vulnerável custou R$ 1,8 milhão, segundo informações da TV Gazeta. A princípio, assim que divulgado, o local causou insatisfação de moradores da região de Santo Antônio. A preocupação era que o vírus se espalhasse pela região. A comunidade reclamou que não havia sido consultada da decisão e pediu diálogo.

Dias após as primeiras reivindicações, um acordo foi feito entre as partes e um compromisso de monitoramento de moradores da região foi fechado. A medida visa acompanhar o surgimento de sintomas da doença em quem habita próximo ao local.

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