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Com compra de vacina, ES quer toda população vacinada com 2 doses no Natal

Projeção foi feita pelo secretário estadual da Saúde, Nésio Fernandes, após anúncio de aquisição de 500 mil doses de Coronavac pelo governo capixaba

Publicado em 03/09/2021 às 21h24
Vacinas
Frascos das vacinas Coronavac, Astrazeneca e Pfizer: imunizantes são usados na campanha contra a Covid-19 no ES. Crédito: Carlos Alberto Silva

Após um início de campanha de imunização lento, pela falta de vacinas no país, e pico de casos e mortes por Covid-19 também decorrente do ritmo da vacinação, o Espírito Santo vislumbra um novo momento no enfrentamento à pandemia. A expectativa é que, até o Natal, toda a população hoje apta a receber a vacina (pessoas a partir de 12 anos) terá recebido as duas doses, isto é, vai passar as festas de fim de ano com o esquema vacinal completo. 

A projeção é do secretário estadual da Saúde, Nésio Fernandes, após o anúncio de que o governo do Estado comprou 500 mil doses da Coronavac para otimizar a imunização da população capixaba

Com essa remessa, que estará disponível a partir do dia 14 de setembro, a vacinação das pessoas com mais de 18 anos vai ser acelerada, ao mesmo tempo em que se liberam doses de outros fabricantes - prioritariamente Pfizer, mas também Astrazeneca e Janssen - para aplicar a terceira dose (D3) nos idosos a partir de 70 anos e imunossuprimidos (público com sistema imunológico comprometido).

Para este grupo, que reúne cerca de 255 mil pessoas, a dose de reforço começa a ser aplicada a partir de segunda-feira (6) e a imunização deve ser concluída até o final de outubro. Vale lembrar que, para receber a D3, é preciso um intervalo mínimo de seis meses da segunda dose. 

Em novembro, ainda conforme a estimativa de Nésio Fernandes, a previsão é completar o esquema vacinal da população adulta e, no mês seguinte, encerrar a campanha de imunização de 2021 com os adolescentes. E todos com o prazo de 14 dias após a D2 para se considerar a imunização completa. 

Para a faixa etária de 12 a 17 anos, a vacinação começa na próxima semana. O imunizante hoje autorizado a ser usado nesse público é o da Pfizer. A prioridade será para os indígenas aldeados e para os que têm comorbidades. Na sequência, também serão imunizados os adolescentes em conflito com a lei e, depois, o restante da população desse grupo. 

Nésio Fernandes disse que a projeção somente não se confirmará se o Ministério da Saúde não fornecer as doses, pelo Plano Nacional de Imunização (PNI), conforme previsto atualmente. 

"Existe um compromisso do governo do Estado em imunizar toda a população e, por isso, aproveita a primeira oportunidade para adquirir vacinas aptas e aprovadas no Brasil para otimizar a aplicação. Com as doses da Coronavac e as do PNI, vamos organizar melhor e mais rápido para que toda a população apta esteja vacinada, com as duas doses, até o Natal", concluiu. 

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