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Barragem não será fechada na busca por atleta desaparecido em rio do ES

Possibilidade de interromper fluxo de uma represa foi estudada pelos bombeiros, mas medida não teria efeito na região em que o o lutador de jiu-jítsu Felippe Gussão mergulhou

Cachoeiro de Itapemirim / Rede Gazeta
Publicado em 18/04/2021 às 13h57
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Felippe Gussão, de 32 anos, desapareceu na segunda-feira (12). Crédito: Acervo pessoal

Neste domingo (18), o Corpo de Bombeiros entrou no sétimo dia de buscas pelo corpo do lutador de jiu-jítsu Felippe Gussão, de 32 anos. Ele desapareceu após mergulhar em uma cachoeira, na última segunda-feira (12), em Castelo, no Sul do Espírito Santo. Segundo os bombeiros, a previsão era que as ações se encerassem na sexta-feira (16), mas foram estendidas até hoje. A possibilidade de interromper o fluxo de uma barragem chegou a ser cogitada, mas mostrou-se ineficaz.

Uma pequena hidrelétrica no interior do município é operada pela empresa Statkraft que possui uma represa na bacia hidrográfica da região. Nas redes sociais circulou a hipótese de que, se a vazão fosse paralisada, o corpo poderia ser encontrado com mais facilidade.

De acordo com o chefe de operações dos bombeiros, tenente Peçanha, a possibilidade de represar o Rio Castelo foi considerada logo que as primeiras buscas da equipe de mergulho não deram resultado. No entanto, a medida não seria eficiente.

“Foi confirmado pela Statkraft que não é possível diminuir o fluxo na Cachoeira do Bambuzal. Embora exista uma represa mais acima, em São João de Viçosa, a capacidade da barragem é ínfima em relação ao efeito provocado no ponto de vazão da Cachoeira do Bambuzal. Isso porque há influência de outros afluentes”, contou.

Segundo os Corpo de Bombeiros, nesta quarta-feira (14), as buscas estão sendo feitas nas margens e nas áreas baixas do rio com embarcações a remo
Buscas por atleta desaparecido em cachoeira continuam em Castelo. Crédito: Corpo de Bombeiros

Desde a segunda-feira (12), quando o rapaz desapareceu, além da equipe que atua nas margens e superfícies do rio, as buscas também tiveram o apoio de mergulhadores e tripulantes do Núcleo de Operações e Transportes Aéreo (Notaer), com uso de helicóptero.

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