Repórter / [email protected]
Publicado em 4 de janeiro de 2021 às 18:03
- Atualizado há 5 anos
O aumento de casos positivos de Covid-19 preocupa no Espírito Santo. Foi o que disse o secretário de Estado da Saúde, Nésio Fernandes, em coletiva de imprensa realizada na tarde desta segunda-feira (4). Questionado se as interações de fim de ano já refletem nos boletins divulgados diariamente pela Secretaria de Estado da Saúde (Sesa), Nésio apontou que o crescimento de casos e, consequentemente, possivelmente de óbitos, deve ocorrer até a segunda quinzena de janeiro.>
Nésio Fernandes
secretário de Estado da Saúde do ESNésio ainda relembrou a primeira onda de contaminação pelo novo coronavírus, e ilustrou que, na ocasião, o Estado teve sete semanas contínuas com mais de 500 pacientes internados por dia. Ele afirma que hoje, o Espírito Santo está apenas na terceira semana da segunda onda e que, ainda assim, os números de pacientes internados já se igualam ao da primeira. >
"Entendemos que há uma possibilidade de estabilização ao longo deste mês, mas trabalhamos com a perspectiva de que essa estabilização pode ser interrompida em virtude da capacidade de testagem nos municípios, com o início das novas gestões", acrescentou o secretário.>
Nesta terça-feira (5), está prevista uma reunião do governador do Estado, Renato Casagrande, com os novos gestores dos municípios, com a intenção de traçar objetivos para que o sistema de saúde não entre em colapso. Segundo Nésio Fernandes, a Sesa vai participar do encontro que deve acontecer de forma virtual.>
>
Órgãos de imprensa, inclusive a reportagem de A Gazeta, questionaram se a Sesa, em conjunto com o governo do Estado, pretende elaborar novas normas, já que a aglomeração em alguns municípios durante o início do verão já é evidente. O subsecretário de Vigilância em Saúde Luiz Carlos Reblin foi quem respondeu.>
Luiz Carlos Reblin
subsecretário de Vigilância em SaúdeNésio Fernandes e Luiz Carlos Reblin ainda falaram sobre a ocupação dos leitos pediátricos no Espírito Santo, o aumento do número de casos de crianças contagiadas, as negociações sobre a vacina e outras informações. Para ler um resumo sobre o que foi dito, clique aqui (ou veja abaixo).>
Notou alguma informação incorreta no conteúdo de A Gazeta? Nos ajude a corrigir o mais rápido possível! Clique no botão ao lado e envie sua mensagem.
Envie sua sugestão, comentário ou crítica diretamente aos editores de A Gazeta