Sair
Assine
Sair
Entrar

Recuperar senha

Já tem uma conta?

Acesse aqui

Cadastrar nova senha

Já tem uma conta?

Acesse aqui

Agro em alta

Mesmo com pandemia, ES bate recorde de exportação de café conilon

Estado também deve fechar o ano com a maior exportação de café solúvel da história. Entenda as razões do grão capixaba estar tão competitivo no exterior

Publicado em 09 de Dezembro de 2020 às 16:27

Redação de A Gazeta

Publicado em 

09 dez 2020 às 16:27
Grãos de café
Grãos de café: exportações recordes em 2020 no Estado Crédito: COY/Divulgação
Mesmo com a pandemia do novo coronavírus, o agronegócio capixaba vem colhendo bons resultados em 2020. Mesmo sem o ano acabar, o Espírito Santo já superou o seu recorde de exportação de café conilon e está a 12 mil sacas de alcançar também o seu maior volume de exportação de café solúvel.
Entre janeiro e novembro, já foram exportadas 4,4 milhões de sacas de conilon e 347 mil sacas de café solúvel, de acordo com relatório mensal do Centro do Comércio de Café de Vitória (CCCV) divulgado nesta quarta-feira (9).
O recorde anterior de embarque de conilon era de 2015, mas a última melhor marca na exportação de solúvel foi há 15 anos. No caso do conilon, os três principais compradores do Estado no ano são a Bélgica, o México e os Estados Unidos. Já o café solúvel capixaba tem dois grandes mercados consumidores: Indonésia e Estados Unidos.

CONDIÇÕES FAVORÁVEIS

De acordo com o CCCV, os fatores que contribuíram para o bom desempenho das exportações, tanto do conilon como do solúvel, são, em parte, os mesmos, já que a principal matéria prima do café solúvel é o conilon.
O relatório destaca que o café conilon está mais competitivo do que o robusta do Vietnã no mercado internacional, além de outros fatores como o dólar mais valorizado e o aumento no  consumo de café em casa devido à pandemia. No caso do solúvel, o CCCV aponta que também contribuiu a tradição industrial do Espírito Santo e a credibilidade neste mercado junto aos clientes no exterior.
Para o presidente do CCCV, Márcio Candido Ferreira, tal desempenho da exportação de solúvel representa muito para a cafeicultura capixaba, visto que esse produto industrializado possui maior valor agregado, além de ser mais lucrativo do que a exportação de café crú.
Segundo ele, além de toda relevância para a economia interna que a exportação de solúvel incorpora, gerando empregos, devido à realização de mais uma etapa de seu processo produtivo em terras brasileiras, o café solúvel tem a vantagem de oportunizar a abertura de mercados para o Brasil em países com pouca tradição no consumo de café, como por exemplo o grande mercado chinês, tradicional consumidor de chás.
Devido à baixa dos preços internacionais, a receita cambial no ano de 2020 acumula a cifra de US$ 502 milhões, bem próxima da que foi registrada em 2019, apesar do incremento do volume exportado neste ano. O preço médio de uma saca de café em 2020 está em US$ 85 contra US$ 95 na média de janeiro a novembro de 2019.
Com informações do Centro do Comércio de Café de Vitória (CCCV)

Este vídeo pode te interessar

Viu algum erro?
Fale com a redação
Informar erro!

Notou alguma informação incorreta no conteúdo de A Gazeta? Nos ajude a corrigir o mais rapido possível! Clique no botão ao lado e envie sua mensagem

Fale com a gente

Envie sua sugestão, comentário ou crítica diretamente aos editores de A Gazeta

A Gazeta integra o

Saiba mais

Recomendado para você

A Polícia Civil apreendeu lanças-perfumes que seriam vendidos em evento do jogo do Brasil nesta sexta-feira (19)
500 frascos de lança-perfume são encontrados em condomínio na Serra
Edital seleciona ideias inovadoras que podem receber até R$ 30 mil no ES
Imagem de destaque
5 hábitos que podem favorecer a memória e a aprendizagem antes do Enem

© 1996 - 2024 A Gazeta. Todos os direitos reservados