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Bolsonaro nomeia Alexandre Cordeiro para presidência do Cade

O Cade é o órgão responsável por analisar processos de aquisições e fusões de empresas no país. Cordeiro é auditor de carreira da Controladoria-Geral da União (CGU) desde 2006

Publicado em 13/07/2021 às 14h39
Alexandre Cordeiro Macedo foi nomeado presidente do Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade)
Alexandre Cordeiro Macedo foi nomeado presidente do Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade). Crédito: Waldemir Barreto/Agência Senado

O presidente Jair Bolsonaro nomeou, na noite desta segunda-feira (12), Alexandre Cordeiro Macedo para a presidência do Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade).

Ele assume um mandato de quatro anos, na vaga aberta por Alexandre Barreto de Souza.

O novo presidente do conselho já ocupava cargo na entidade, como superintendente-geral.

Cordeiro é auditor de carreira da Controladoria-Geral da União (CGU) desde 2006. Graduado em Direito e Economia, é doutorando em Direito Econômica pela Universidade Federal de Minas Gerais.

Ele teve seu nome aprovado pelo Senado em 7 de julho.

O Cade é o órgão responsável por analisar processos de aquisições e fusões de empresas no país.

No início de fevereiro, Cordeiro publicou um artigo na Folha sobre a atuação do Cade na crise da Covid.

"A atuação do Cade no ano em que o mundo parou e os mercados colapsaram resguardou uma política de Estado, demonstrando sua preocupação em evitar a formação de monopólios e oligopólios no pós-crise e assim zelar pela manutenção do bem-estar do consumidor", escreveu.

Na mesma edição extra do Diário Oficial da União, Bolsonaro também oficializou a nomeação de Paulo Roberto Vanderlei Rebello Filho como diretor-presidente da ANS (Agência Nacional de Saúde Suplementar).

Em meio a denúncias de irregularidades na contratação de vacinas envolvendo o nome do líder do governo na Câmara, Ricardo Barros (PP-PR), Bolsonaro chegou a pedir a retirada da indicação de Rebello para o posto. O novo diretor-presidente da ANS havia sido chefe de gabinete de Barros, quando o deputado foi ministro da Saúde do governo Michel Temer.

O Senado, no entanto, ignorou a solicitação do Planalto e aprovou o nome de Rebello.

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