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Ibovespa

Bolsa sobe 1% e vai a 117 mil pontos, nova máxima histórica

Nos Estados Unidos, os principais índices acionários também atingiram níveis recordes.

Publicado em 26 de Dezembro de 2019 às 20:46

Redação de A Gazeta

Publicado em 

26 dez 2019 às 20:46
Bolsa de valores Crédito: Pixabay
A Bolsa brasileira bateu recorde mais uma vez nesta quinta-feira (26). O Ibovespa subiu 1,16%, a 117 mil pontos, nova máxima histórica. Nos Estados Unidos, os principais índices acionários também atingiram níveis recordes.   
Dow Jones subiu 0,4%, a 28.621 pontos e S&P 500, 0,5%, a 3.239 pontos. A Bolsa de tecnologia Nasdaq teve alta de 0,78% e alçou o patamar inédito de 9 mil pontos. A alta do índice foi puxada pela Amazon, que disparou 4,25%, a US$ 1.865 (R$ 7.577), após reportar vendas recordes no Natal.  
No Brasil, as vendas de Natal em shoppings tiveram o melhor resultado desde 2014, com alta de 7,5% do faturamento e receita de R$ 168,2 bilhões.
Nesta quinta, em volta de feriado, a alta do Ibovespa foi sustentada por Petrobras e bancos, que subiram mais de 1%. Na virada de ano, o movimento do mercado é marcado pela troca que gestores fazem nas carteiras de investimento, tendo em vista apostas para 2020. O volume negociado foi de R$ 16 bilhões, dentro da média diária para o ano.
"Na falta de novidades e em um cenário de liquidez reduzida, investidores passam a voltar a suas atenções para 2020, na expectativa de que a fase 1 do acordo comercial firmado entre China e Estados Unidos entre em vigor a partir de janeiro", aponta relatório da Guide Investimentos. 
Dentre os piores desempenhos do dia estão os papéis da Eletrobras, que recuaram 1,4%, a R$ 37,97, com incertezas quanto a sua privatização.
No último dia 20, o presidente do Senado, Davi Alcolumbre (DEM-AP) disse que, se o governo não apresentar uma nova modelagem, não conseguirá aprovar a capitalização da Eletrobras.
Segundo a agência de notícias Reuters, o governo ainda não trabalha com a hipótese de elaborar um novo modelo de privatização para a Eletrobras e visa seguir com a proposta de desestatização enviada ao Congresso no início de novembro, que envolve emissão de novas ações, em operação que diluiria a participação do governo na empresa a uma posição minoritária.
Em dia de pouca liquidez, o dólar recuou 0,5%, a R$ 4,063, patamar semelhante a semana anterior, quando a cotação cedeu abaixo de R$ 4,10. Dentre emergentes, o real foi a moeda que mais se valorizou na sessão.
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