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Saiu da Rede

Fabiano Contarato anuncia filiação ao PT

Senador foi eleito pela Rede, de Marina Silva, e já havia anunciado que deixaria a legenda. Faltava bater o martelo sobre o destino partidário. Não falta mais. Ele gostaria de disputar o governo do ES

Publicado em 13 de Dezembro de 2021 às 10:08

Públicado em 

13 dez 2021 às 10:08
Letícia Gonçalves

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Letícia Gonçalves

Senador Fabiano Contarato
Senador Fabiano Contarato Crédito: Roque de Sá/Agência Senado
O senador Fabiano Contarato, que se elegeu pela Rede, de Marina Silva, em 2018, deixou oficialmente a legenda. Ele já havia dito que sairia do partido, faltava apenas definir a legenda para qual iria migrar. Não falta mais. Nesta segunda-feira (13) Contarato anunciou que vai para o Partido dos Trabalhadores (PT).
"Após ter recebido e analisado convites de legendas do campo progressista, comunico minha decisão de filiação ao Partido dos Trabalhadores (PT), que será efetivada em momento oportuno. Com a militância social e as lideranças do PT, pretendo somar esforços para que o país retome sua trilha de desenvolvimento, pleno emprego, defesa dos direitos humanos, proteção e oportunidade aos mais pobres, apoio do Estado às maiorias minorizadas, combate a todo tipo de desigualdade, investimento em saúde e educação", afirmou, em comunicado.
O senador gostaria de disputar o governo do Espírito Santo, o que também já manifestou abertamente. Conseguir isso filiado ao PT são outros quinhentos.
Tudo vai depender das alianças nacionais. O PT tem a pré-candidatura do ex-presidente Lula à Presidência da República e quer o apoio do PSB do governador Renato Casagrande. Se PT e PSB caminharem lado a lado, certamente deve haver contrapartidas nos estados, o que os socialistas, inclusive, já colocaram na mesa.
Assim, se a parceria entre PT e PSB se viabilizar, os petistas não lançariam candidatura própria ao governo do Espírito Santo, ficariam com Casagrande. Este, no entanto, na hipótese de disputar a reeleição, que é a mais provável, dificilmente pediria votos abertamente para Lula, considerando o sentimento antipetista local.
Uma possibilidade seria um palanque duplo, em que candidatos a deputado pelo PSB, por exemplo, seriam lulistas de carteirinha. Já Casagrande poderia, pessoalmente, endossar outro nome na disputa pelo Palácio do Planalto.
O pré-candidato do PDT, Ciro Gomes, esteve no estado e, no último sábado, encontrou-se com o governador em busca de apoio. Em 2018, Casagrande pediu votos para Ciro. O pedetista, ao menos por enquanto, patina nas pesquisas de intenção de voto, com desempenho tímido.

"ERROS JÁ FORAM PUNIDOS"

"Os governos liderados pelo PT devolveram ao país credibilidade internacional, permitiram aos pobres cursar universidade, expandiram a estrutura de ensino no país, abriram os porões da ditadura com a Comissão Nacional da Verdade, democratizaram a participação da sociedade nas decisões de governo, geraram crescimento econômico alinhado com políticas sociais exitosas, devolveram aos brasileiros o orgulho nacional", avaliou Contarato, nesta segunda.
"Seus erros foram investigados e devidamente punidos pela Justiça", contemporizou. Os governos do PT foram marcados por escândalos de corrupção.
As condenações contra Lula, capitaneadas pelo então juiz Sergio Moro, foram anuladas. Moro é outro pré-candidato à Presidência da República, filiado ao Podemos, partido que integra a base de apoio a Casagrande no Espírito Santo.

Letícia Gonçalves

Graduada em Jornalismo pela Universidade Federal do Espirito Santo, ingressou na Rede Gazeta em 2006, como estagiaria no Gazeta Online/ CBN Vitoria. Em 2008, passou a atuar como reporter da radio. Em 2012, migrou para a editoria de Politica de A Gazeta, tambem como reporter. Exerceu a funcao de editora-adjunta de 2020 ate 2021, quando assumiu a coluna Leticia Goncalves.

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