ASSINE
O cotidiano das nossas cidades, a cultura, a política, a economia e o comportamento da sociedade estão no foco da coluna, que também acompanha de perto as políticas públicas e suas consequências para os cidadãos

Morre frei Rubim, 39 anos, religioso da Milícia de Cristo no ES

Frade da congregação católica fundada pelo padre Ayrola, em Vitória, morreu no interior de Minas Gerais, enquanto dormia

Vitória
Publicado em 09/01/2022 às 16h49
Frei Rubim faria 40 anos em abril
Frei Rubim faria 40 anos em abril. Crédito: Reprodução do Facebook

“Vou morrer religioso, sou louco por Jesus.” O último desejo do frei Carlos Alexandre Silva Rubim foi atendido: ele morreu na noite deste sábado (8), enquanto dormia, na cidade de Além Paraíba, Minas Gerais, sua terra natal.

Frei Rubim, como era mais conhecido, era frade do Instituto Milícia de Cristo, congregação religiosa católica cofundada pelo padre Ayrola Barcellos e que tem sua sede no Centro de Vitória. O frade, que iria fazer 40 anos em abril próximo, licenciou-se da congregação, em 2018, para assistir sua mãe mais de perto, na cidade do interior mineiro.

Mas no começo de dezembro ela morreu, o que deixou o religioso muito abalado. Em conversa com este colunista, na véspera de Natal, frei Rubim afirmou que voltaria para o Espírito Santo no ano que vem. “Eu vou descansar neste ano de 2022, pois foi uma barra este 2021. Depois eu retorno. Vou morrer religioso, amigo, sou louco por Jesus”, escreveu no WhatsApp.

Escritor (é autor de “Crônicas de um Frade”), frei Rubim era um ativo colaborador das páginas de Opinião dos jornais capixabas, inclusive de A Gazeta. Assessor da presidência do Tribunal Regional Eleitoral (TRE-ES) entre 2010 e 2011, ele tornou-se frade da Milícia de Cristo em maio de 2010, em cerimônia presidida pelo então superior-geral da congregação, o padre Ayrola.

Este vídeo pode te interessar

O corpo do religioso foi sepultado - sem velório - na tarde deste domingo (8), em Além Paraíba, cidade onde vivia com sua única irmã, Sabrina. Foi em paz. 

A Gazeta integra o

Saiba mais

Se você notou alguma informação incorreta em nosso conteúdo, clique no botão e nos avise, para que possamos corrigi-la o mais rápido possível

Para melhorar a sua navegação, A Gazeta utiliza cookies e tecnologias semelhantes como explicado em nossa Politica de Privacidade. Ao continuar navegando, você concorda com tais condições.