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Ana Laura Nahas

Ana Laura Nahas

Chegou a hora de fazer uma pausa

Por Ana Laura Nahas

Todo texto é uma sala com a porta encostada. Um mar de possibilidades que depende tanto de quem lê quanto de quem escreve. Obrigada por isso e por tudo o que cabe dentro
Close-up de mãos segurando ampulheta
Ana Laura Nahas

Ver a vida como um equilíbrio de coisas pequenas é sutileza em estado bruto

Por Ana Laura Nahas

Ao contrário do barulho e de certos excessos, que roubam a brisa e pesam o clima, as coisas levemente sugeridas guardam informações preciosas
Imagem BBC Brasil
Ana Laura Nahas

Carta aberta a Tamara Klink

Por Ana Laura Nahas

Como você, eu também escrevo antes que me esqueça. Para que me lembre da beleza das coisas simples, para que não me torne cínica diante das pessoas más, para que não me abale diante do que não tem conserto
Tamara Klink
Ana Laura Nahas

A sala pode não ser perfeita, mas guarda histórias que são únicas

Por Ana Laura Nahas

Nas casas normais como na vida que acontece fora do algoritmo, os tropeços e desvios não definem o caminho inteiro
Sala de uma casa comum
Ana Laura Nahas

Grama do vizinho esconde as mesmas imperfeições que a nossa

Por Ana Laura Nahas

Quando somos implacáveis com a gente mesmo, costumamos achar que apenas a nossa pilha de pendências se multiplica e nos desordena
Roupas sem passar
Ana Laura Nahas

"Ensaio Sobre a Cegueira" do Grupo Galpão inquieta e convoca a seguir

Por Ana Laura Nahas

Peça nos lembra de enxergar para além do olho físico, de valorizar a potência das coisas coletivas, de manter a resiliência mesmo quando a vida desaba
Grupo Galpão em "Um Ensaio Sobre a Cegueira", no Sesc Glória, em Vitória, em 20 de junho de 2026
Ana Laura Nahas

Casa e estrada se equilibram uma no equilíbrio da outra

Por Ana Laura Nahas

Difícil mesmo é escapar da mania demasiada humana de admirar a grama ao lado mais do que as próprias conquistas
Viagem, bagagem, voltando para casa
Ana Laura Nahas

Enquanto escrevo, sou amiga ou faço pilates com Joan Didion

Por Ana Laura Nahas

Sonho acordada: talvez falássemos da mania dela de guardar manuscritos no congelador, do seu amor pelo caubói John Wayne, do quanto a vida muda num instante, de repente, do nada
Joan Didion em 1968
Ana Laura Nahas

Como na canção, a hora do encontro é também despedida

Por Ana Laura Nahas

Se o trem que chega for mesmo o mesmo trem da partida, a alegria do retorno ao lar se alterna com o medo estampado na frase de quem não sente segurança de voltar para casa
O abraço pode ser um gesto simples, mas traz diversos benefícios para a saúde física e mental (Imagem: Gorodenkoff | Shutterstock)

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