Sair
Assine
Sair
Entrar

Recuperar senha

Já tem uma conta?

Acesse aqui

Cadastrar nova senha

Já tem uma conta?

Acesse aqui

  • Início
  • Brasil
  • Doria pede que Bolsonaro não ceda a gabinete do ódio
Governador de SP

Doria pede que Bolsonaro não ceda a gabinete do ódio

Governador de São Paulo elogiou pronunciamento do presidente, mas lembrou que críticas a governadores por combate ao coronavírus vieram no dia seguinte

Publicado em 01 de Abril de 2020 às 16:27

Redação de A Gazeta

Publicado em 

01 abr 2020 às 16:27
Após semanas de rusgas com o presidente Jair Bolsonaro (sem partido) sobre a necessidade de manter o fechamento de comércios para frear o avanço do novo coronavírus, o governador de São Paulo, João Doria (PSDB), ensaiou uma reaproximação ao governo federal nesta quarta-feira (1º), mas pediu coerência.
Governador de São Paulo, João Doria
Governador de São Paulo, João Doria tem protagonizado embates com Bolsonaro Crédito: Sergio Andrade/Governo de São Paulo
"Eu, ontem, como cidadão, como brasileiro e como governador, fiquei feliz de assistir um presidente da República mais moderado e com bom senso, colocando uma mensagem equilibrada à população brasileira", afirmou em entrevista à imprensa no Palácio dos Bandeirantes, sede do governo paulista.
E emendou na sequência: "Mas amanheci preocupado, vendo o mesmo presidente da República numa postagem agredindo os governadores. Em qual presidente da República nós devemos confiar? Aquele que ontem fez uma mensagem ponderada no seu pronunciamento, ou no que menos de 12 horas depois faz uma agressão em postagem aos governadores. É preciso coerência, presidente."
Na manhã desta quarta, Bolsonaro publicou um vídeo que diz que há desabastecimento no Ceasa de Belo Horizonte (já desmentido pela instituição) e escreveu três frases: "Não é um desentendimento entre o Presidente e ALGUNS governadores e ALGUNS prefeitos..", diz o presidente. "São fatos e realidades que devem ser mostradas", prossegue. "Depois da destruição não interessa mostrar culpados", conclui o presidente.
O desabastecimento não era real, como informou o governo de Minas e repórteres que estiveram no local e mostraram a movimentação normal. Depois, Bolsonaro apagou a publicação.

GABINETE DO ÓDIO

Horas depois, Doria pediu que Bolsonaro "não caia na tentação de seguir a orientação daqueles que do seu gabinete do ódio propõem o confronto, o combate, a briga, a dissidência com governadores, com parlamentares, com o judiciário, com jornalistas, com meios de comunicação, ou contra qualquer outro que se oponha ou que formule críticas ao senhor", disse.
"Por enquanto prefiro levar em consideração sua manifestação de ontem e desconsiderar sua manifestação de hoje pela manhã", concluiu Doria.
O governador afirmou que não há desabastecimento no estado, nem perspectiva, e que os mercados e Ceagesp (entreposto comercial) têm funcionado normalmente.
O fechamento do comércio decretado pelo governador vale, inicialmente, até 7 de abril. Doria afirmou que ainda não sabe se haverá prorrogação, e que essa medida só será anunciada na véspera, em 6 de abril.

Este vídeo pode te interessar

Viu algum erro?
Fale com a redação
Informar erro!

Notou alguma informação incorreta no conteúdo de A Gazeta? Nos ajude a corrigir o mais rapido possível! Clique no botão ao lado e envie sua mensagem

Fale com a gente

Envie sua sugestão, comentário ou crítica diretamente aos editores de A Gazeta

A Gazeta integra o

Saiba mais

Recomendado para você

Uruguai e Arábia Saudita ficaram no empate pela Copa do Mundo 2026
Uruguai busca empate contra Arábia Saudita; seleções sul-americanas seguem sem vencer na Copa
Carlos Eduardo Sangi Braga, de 20 anos, foi encontrado morto dentro do próprio carro em Iúna
Corpo de jovem desaparecido é encontrado dentro do próprio carro em Iúna
Carreta tombou e interditou trecho da BR 101 em Itapemirim, no Sul do ES
Carreta tomba e interdita totalmente trecho da BR 101 em Itapemirim

© 1996 - 2024 A Gazeta. Todos os direitos reservados