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Evair Viera de Melo

Artigo de Opinião

É técnico agrícola, deputado federal, vice-líder do governo e presidente das Frentes Parlamentares do Cooperativismo e do Comércio Internacional e Investimentos
Evair Viera de Melo

Café brasileiro é sinônimo de riqueza, desenvolvimento e tradição

Neste Dia Mundial do Café, o chamado ouro verde se mantém como um importante motor da economia brasileira, atingindo níveis históricos mesmo durante a recessão
Evair Viera de Melo
É técnico agrícola, deputado federal, vice-líder do governo e presidente das Frentes Parlamentares do Cooperativismo e do Comércio Internacional e Investimentos

Públicado em 

14 abr 2021 às 02:00
Cafeicultura une gerações e gera renda para famílias brasileiras
Cafeicultura une gerações e gera renda para famílias brasileiras Crédito: José Gomercindo / ANPr
O café é uma paixão mundial e está presente na rotina de milhões de famílias brasileiras. O ouro verde, como ficou conhecido historicamente, é celebrado mundialmente hoje, dia 14 de abril. No Dia Mundial do Café, a cafeicultura se mantém como um importante motor da economia brasileira, atingindo níveis históricos mesmo durante a recessão.
Brasil é responsável por um terço da produção mundial do grão, liderando os rankings de maiores produtores e exportadores. Entre julho de 2020 e março deste ano foram exportadas 35,746 milhões de sacas, o melhor resultado desde 2016. Segundo dados da Embrapa, no ano passado foram produzidas cerca de 62 milhões de sacas de 60kg, volume 25% maior do que a produção no ano de 2019. O país é também o vice-líder mundial em consumo, com 21,2 milhões de sacas em 2020 — um crescimento de 1,34% em relação ao ano anterior.
A cafeicultura une gerações e gera renda para famílias brasileiras. De acordo com informações da Associação Brasileira da Indústria do Café (ABIC), micro e pequenas empresas são maioria na indústria do café no Brasil, ocupando 82% do setor. Dessas, 70% operam com administração exclusivamente familiar, com a grande maioria composta por até 19 colaboradores.
Já no Espírito Santo, de acordo com a Câmara de Comércio de Café de Vitória, a produção de café segue impulsionando a economia capixaba e levando o nome do estado para o mundo. Em 2020, mesmo durante a pandemia, o estado foi o segundo maior produtor do grão no país, também registrando aumento em relação à safra anterior. O grande destaque é a produção do café conilon: o Espírito Santo é o responsável por entre 75% e 78% da produção nacional e por até 20% da produção do café robusta do mundo.
Em fevereiro deste ano, o Estado alcançou a segunda melhor média parcial de conilon desde 1999, com a produção total de 395 mil sacas. A estimativa é que a produção capixaba chegue a 10,15 milhões de sacas até o final de 2021, o que representaria dois terços de toda a produção total no Brasil.
O café faz parte da história mundial e contribui, diariamente, ao bem-estar da população. Seja puro, pingado com leite, premium, expresso, em cápsulas ou misturado com outros ingredientes, o café faz parte da rotina brasileira e é uma importante riqueza. Seja na economia, seja na gastronomia, seja na geração de empregos e renda que a cafeicultura gera, o nosso ouro verde e todo o setor responsável por ele merece ser celebrado.
* Este texto não traduz, necessariamente, a opinião de A Gazeta
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