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'Treta' em família: afinal, existe um filho favorito?

Segundo a psicóloga e comentarista da Rádio CBN Vitória Adriana Müller, é preciso diferenciar três conceitos para não fazer confusão e valorizar os vínculos na família

Publicado em 27 de Outubro de 2020 às 19:01

Redação de A Gazeta

Publicado em 

27 out 2020 às 19:01
Irmãos se abraçam
Irmãos crescem em estabelecem vínculos diferentes com os parentes Crédito: Pixabay
Faça um exercício de pensamento e volte à infância: você provavelmente já ouviu alguém reclamando da falta de atenção, alegando que o irmão era ou ainda é o filho favorito. Entre os diferentes traços de personalidade, lidar com dois ou mais filhos exige dos pais muita atenção e cuidado. Mas afinal, existe um filho favorito?
Segundo a psicóloga e comentarista da Rádio CBN Vitória Adriana Müller, a história de preferência é antiga, passou por várias gerações, mas há necessidade de cuidado ao estabelecer diferenças no tratamento dos filhos.
Em entrevista ao jornalista Fábio Botacin durante o CBN e a Família nesta terça-feira (27), Adriana Müller disse que, primeiramente, três termos demandam esclarecimentos para evitar problemas. São eles: sintonia, preferência e amor.

AMOR

"Temos a tendência natural de gostar mais das relações que fluem melhor, sem grandes atritos, mais tranquilas. Lidar com pessoas que pensam mais ou menos igual, que têm os mesmos valores", comentou.
"São aqueles vínculos específicos com cada pessoa, Não tratamos todo mundo da mesma forma. Como comparativo, temos amigos que são confidentes, amigos que falamos sobre determinado assunto. Dependendo da característica da pessoa, criamos um vínculo com tal pessoa. A preferência não tem relação com o amor", explica Müller.
"É um sentimento que temos pelos filhos. Amamos, respeitamos, gostamos de todos. Às vezes, em certa idade, em determinada circunstância, temos facilidade de interagir mais com um do que com os outros", ressalta a comentarista.
A comentarista ainda explicou que o fato de existir um vínculo diferente entre uma mãe ou um pai, por exemplo, com três filhos, não significa que há uma preferência.
Ela explicou, entretanto, que quando há uma "grande e significativa" diferença no tratamento entre eles, isso pode causar problemas na vida adulta.
"Os que eram os 'favoritos' podem sentir uma angústia, pensando que podem perder o lugar. Por outro lado, os outros sempre se sentiram vinculados em uma atitude injusta de comparação. Isso não pode acontecer", enfatiza.
Assim, a psicóloga e comentarista da Rádio CBN Vitória reforça que os desgastes podem ser evitados com "tempo e ouvidos" dedicados.
A dica é: tenha um tempo individual com cada filho e saiba agir, de acordo com o que escuta deles.

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