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Efeitos da pandemia

Pesquisa: 41% dos profissionais da saúde têm insônia na pandemia

Dados da Associação Brasileira do Sono (Absono) apontam que 41% destes profissionais estão sofrendo com o problema. Foram ouvidos 4900 profissionais em todo o país para saber a qualidade do sono neste período.

Publicado em 05 de Agosto de 2020 às 08:00

Redação de A Gazeta

Publicado em 

05 ago 2020 às 08:00
Jéssica Polese, médica especialista em sono e pneumologista
O levantamento foi feito entre maio e junho deste ano. Crédito: Divulgação
Os profissionais de saúde que estão a frente no combate à pandemia do Coronavírus têm sofrido muito. Além do risco de lidar com a doença, muitos estão tendo insônia. É o que garante pesquisa realizada pela Associação Brasileira do Sono (Absono) que aponta que 41% destes profissionais estão sofrendo de insônia durante a pandemia. Foram ouvidos 4900 profissionais em todo o país, entre 30 de maio e 25 de junho para saber a qualidade do sono neste período.
Segundo a presidente da Associação Brasileira do Sono – regional ES, a médica Jéssica Polese a situação que os profissionais estão vivendo causam estresse que consequentemente influencia no sono. “Toda a ansiedade que os médicos, enfermeiros, motoristas de ambulância, socorristas, etc., estão vivendo ocasiona a insônia.
Além disso, muitos não estão voltando para casa para proteger família e entes queridos e assim se submetem a dormir em ambientes diferentes que também pode provocar uma deficiência do sono”, explica a especialista em sono.

Uso de remédios para o problema

Jéssica Polese, médica especialista em sono e pneumologista
Jéssica Polese, médica especialista em sono e pneumologista, fala como o uso de remédios pode ser danoso. Crédito: Divulgação
No estudo também foi verificado que os profissionais por estarem com insônia têm utilizado remédios para a mesma, fator mais agravante ainda: “Além do cansaço físico, mental causado por todo o estresse da situação, se automedicar não é recomendado e pode causar dependência”, garante Jéssica.
“Por estarem passando por um nível de estresse muito grande neste período, é muito importante evitar doenças neste período, e a falta do sono é fator para causar diversas enfermidades como apneia do sono, dor crônica, depressão, e até Mal de Parkinson e Alzheimer”, pontua.
O ideal é preservar estes profissionais, dar todo o suporte, que as pessoas continuem respeitando o distanciamento social para continuarmos a estabilizar a curva de casos e que os profissionais de saúde possam ter dias melhores, e sigam algumas regras para melhorarem a insônia, como ter uma alimentação saudável, tentar fazer alguma atividade física, entre outros.

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