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Cuidado com a pele

Afinal, tomar banho quente durante o inverno pode fazer mal para pele?

Com a chegada do inverno, aumentar a temperatura do banho é normal. Dermatologistas explicam que o hábito pode trazer muito mais malefícios do que você pensa

Publicado em 22 de Junho de 2020 às 16:38

Redação de A Gazeta

Publicado em 

22 jun 2020 às 16:38
Mulher tomando banho
Mulher tomando banho Crédito: Freepik
É só o inverno chegar para a temperatura da água do banho ficar mais quente. O banho quente relaxa, traz conforto... mas também pode causar danos para a saúde do seu corpo.
A dermatologista Irene Baldi explica que a água quente altera o equilíbrio da pele e afeta a barreira cutânea, que é uma espécie de "capa" que nos protege de problemas como a proliferação de bactérias, infecções e desidratação. “Como resultado, a pele fica desidratada. Assim, a pele entende que precisa produzir ainda mais óleo, o que pode causar uma dilatação nos poros”, diz a médica. 
A dermatologista Karina Mazzini diz que o banho quente estimula as glândulas sebáceas, fazendo com que elas produzam mais secreção tanto no couro cabeludo quanto no rosto, fazendo com que a pele fique mais oleosa. "Precisamos explicar que a pele do nosso corpo é seca. A variação de pele seca e oleosa acontece apenas no rosto. Sendo assim, a água quente pode deixar o rosto ressecado ou oleoso, depende da pele de cada pessoa. A água quente resseca a pele, pois afeta a camada manto-lipítica que deixa a textura suave, mas ela abre mais os poros, que também podem aumentar a oleosidade" diz.
Com isso um jovem que tem a pele oleosa, com o banho quente pode ter mais problema da oleosidade, já mulheres mais maduras ou menopausadas pode ocorrer mais ressecamento.

Queda de cabelo

A água quente também deixa os fios oleosos, pois aumenta a produção das glândulas sebáceas. Além de poder ocasionar a queda. "Aumenta a produção de glândula sebáceas, deixando os fios oleosos e ocasionando a caspa. Além disso, a água quente pode ressecar os fios também, deixando-os quebradiços e, assim, causar queda", explica Karina Mazzini.
Já o corpo, quando em contato com a água muito quente, acaba também perdendo oleosidade e ficando mais ressecado. "A pele pode ficar mais seca e áspera quando o corpo está em contato com a água muito quente. Nessas situações, é preciso observar porque existem pessoas que já apresentam doenças típicas de inverno, que são dermatites atópicas, psoríase, urticaria, entre outras. Essas pessoas podem apresentar um ressecamento maior e maior vermelhidão na pele nesse período de inverno e esses problemas podem piorar ainda mais com o banho quente", ressalta Irene Baldi.
Para quem não quer abrir mão do hábito de tomar banho quente o ideal é usar uma temperatura mais amena da água. "Faça teste antes – pode ser no pulso – e veja a temperatura que ele suporta. O banho não precisa ser frio, mas também não pode ser muito quente. Opte pela opção ‘verão’ ao invés do ‘inverno’ no chuveiro", sugere a dermatologista Karina Mazzini.

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