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Capixaba cria loja de decoração inspirada em poema de Carlos Drummond

A empresária Claudia Júdice Torres comemora 7 anos da Casa Arrumada, que tem a cara do capixaba e valoriza a nossa cultura

Publicado em 22/08/2020 às 09h01
Atualizado em 22/08/2020 às 09h23
Abrindo o Baú de Claudia Júdice Torres
Claudia Júdice desenvolveu ao longo dos anos a paixão pelo mobiliário. Crédito: Abrindo o Baú de Claudia Júdice Torres

Desde muito pequena, a empresária Claudia Júdice Torres Folador, 47 anos, foi apresentada ao universo da arquitetura e decoração. O pai trabalhava na construção civil e a mãe sempre gostou de uma casa com lembranças de família, plantas e flores. “Além de gostar de tudo isso, fui desenvolvendo uma paixão pelo mobiliário. Ajudei a montar muitos apartamentos decorados para uma construtora e, por fim, me peguei auxiliando pessoas da família a decorarem suas casas”, lembra.

Tanto gosto pelo segmento fez a capixaba primeiro ter uma franquia de móveis para quartos e, desde dezembro do ano passado, ter sua própria marca, chamada Casa Arrumada. “Quando abri em 2013 era uma franquia de móveis para quartos. Mas ao longo dos anos fui percebendo que precisava agregar mais itens de decoração, então comecei a trabalhar com tecidos, papéis de parede, tapetes, persianas, colchões.

A franquia não me representava mais, a identidade da loja ia bem além dela. Inspirada em um poema de Carlos Drummond, nasceu a loja multimarcas com a cara do capixaba e valorizando a nossa cultura”, conta ela, que adora viajar e balé.

  1. A Gazeta - 4gem2fbb
    01

    Não dou, não vendo e não troco.

    O símbolo do Espírito Santo, que foi o topo do bolo do batizado da minha filha Isadora, há 12 anos. Me emociono até hoje só de lembrar desse dia.

  2. A Gazeta - epk37k9
    02

    Adoro.

    A janela marroquina que ganhei do meu marido. Acho que ela simboliza não só as viagens que fizemos como as que ainda vamos realizar. Uma viagem é sempre uma janela aberta para o mundo, uma oportunidade de conhecer outras culturas, outros aromas, arte, história e culinária.

  3. A Gazeta - m7e6ufv4i
    03

    Guardo com carinho.

    A Sagrada Família que ganhei de uma amiga no dia em que abri a loja. Ela nunca saiu da recepção, nem nos momentos de reforma ou de troca de showroom .

  4. A Gazeta - jyzkwxiqe
    04

    Presente inesquecível.

    As joias que usei no dia do meu casamento. O colar e o brinco ganhei dos meus pais em uma viagem e o anel do meu marido. Significam muito para mim pois simbolizam um momento especial da minha vida. Anos depois tive a oportunidade de emprestá-las para Isabela, minha afilhada de casamento.

  5. A Gazeta - kykcjqr65lo
    05

    Não vivo sem.

    O grilo falante. Tenho comigo essa estátua de cerâmica há muito tempo. O grilo simboliza a consciência do Pinóquio e nessa pequena estatueta está escrito “Let your conscience be your guide”. Sempre que precisava tomar uma decisão importante olhava para ela e tentava ouvir minha consciência.

  6. A Gazeta - 5z9i0of98
    06

    Lembrança de viagem.

    Esse conjunto de pulseirinhas e anel que minha mãe trouxe como lembrança de uma viagem. Ganhei quando era pequena e, tempo depois, tive oportunidade de visitar essa cidade pessoalmente. Comprei outra pulseirinha para mim, só que no tamanho de adulto.

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