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Abrindo o Baú

Capixaba cria marca de roupa para mulheres de corpos reais

Luiza Molina trabalhou mais de dez anos com a família na loja de tecidos. Há dois meses ela criou a própria marca de roupas
Redação de A Gazeta

Publicado em 

18 jul 2020 às 09:01

Publicado em 18 de Julho de 2020 às 09:01

Abrindo o baú de Luiza Molina
Luiza Molina criou a própria marca de roupa Crédito: Divulgação
Luiza Molina, 28 anos, cresceu no meio de tecidos, graças à tradicional loja da família, com 40 anos de mercado, localizada em Vitória. “Tenho memórias da minha infância, de estar correndo com a minha irmã, brincando de pique-esconde no meio de tecidos”. E foi aos 17 anos, quando começou a trabalhar na loja do pai, que descobriu a paixão pela moda e, principalmente, por roupas bem acabadas, com bom corte e modelagem.
Trabalhou mais de dez anos com a família, sonhando em ter a própria marca. Até que ela criou, há dois meses, a Mazla. “Durante esses anos fui me tornando mais crítica em cada peça que eu experimentava em lojas. Sempre fui considerada grande; para muitos, fora do padrão. Encontrar peças elegantes, sofisticadas, com boa modelagem e tecidos de qualidade, sempre foi uma dificuldade”, conta ela, que faz roupa para todos os tipos de mulheres.
“Todas são bem-vindas. Acredito que assim como eu, outras pessoas querem entrar em uma loja e se sentirem lindas, do jeito que são”. Formada em Relações Internacionais, ela participa de todo o processo de criação das peças. “Mas a marca tem o estilista Marcelo Zantti”. Entre seus sonhos está o de ser mãe. “Porém é para o futuro”, diz.

Não saio de casa sem.

O primeiro vestido sob medida feito de cambraia de linho braspérola. Ele foi bordado à mão e guardo para, um dia, passar para minha filha. Ele carrega uma grande história, os bordados eram feitos em Linhares por bordadeiras tradicionais.
O topo do bolo do meu casamento. É um símbolo do meu matrimônio e se tornou um objeto de decoração na minha casa. Ele carrega uma frase importante: “This day i will marry my friend, the one i laugh with, live for, dream with, live” (Neste dia eu vou me casar com meu amigo, aquele com quem eu rio, vivo, sonho, vivo).
Os álbuns de fotos. Cresci com minha mãe revelando fotos de todos os anos. Eu e minhas irmãs ajudávamos a montar cada álbum e a escrever frases que representassem as fotos. Hoje, continuo fazendo isso. Não abro mão dessas recordações.
A Medalha Milagrosa. Em minha primeira viagem a Paris, minha tia me levou a Capela de Nossa Senhora da Medalha Milagrosa e me presentou com uma. Adorei o que ela simboliza e carrego ela em minha carteira.
O círculo cromático e paleta de cores. Carrego na minha bolsa e não deixo de fazer combinações de cores da minha paleta. É praticamente meu objeto de cabeceira.

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