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África tem mais de 40 mil casos de infecção por novo coronavírus

O país da África com maior registro de vítimas fatais é a Argélia, com 453 mortes e 4.154 casos confirmados de infecção

Publicado em 02/05/2020 às 15h17
Coronavírus - Covid19
Coronavírus - Covid19 . Crédito: Vektor Kunst iXimus/Pixabay

A África contabiliza mais de 40 mil casos de infecção por coronavírus, de acordo com o Centro Africano para Prevenção e Controle de Doenças. O número de mortes por Covid-19 em todo o continente supera 1,6 mil. Segundo a instituição, quase todos os países da região registram ao menos um óbito, com exceção do pequeno e montanhoso Lesoto, localizado dentro do território sul-africano.

Segundo dados da Johns Hopkins University, o país com maior registro de vítimas fatais é a Argélia, com 453 mortes e 4.154 casos confirmados de infecção. Egito registrou 406 óbitos e 5.895 casos, Marrocos tem 172 mortes e 4.687 infecções confirmadas. A África do Sul reportou 116 mortes e 5.951 casos.

Já nas Filipinas, quase 10 mil presos foram libertados temporariamente, após a redução da fiança, de maneira a propiciar a diminuição da lotação dos presídios em meio à pandemia. O juiz Mario Victor Leonen afirmou neste sábado que a maioria dos mais de 9.731 presos que foram libertados desde meados de março eram de prisões na principal ilha do norte do país, Luzon, que foi colocada em quarentena. Alguns dos presos que não podiam pagar a fiança e foram libertados sob custódia de autoridades locais.

As Filipinas têm algumas das prisões mais lotadas do mundo e pelo menos um centro de detenção na região central de Cebu registrou mais de 200 casos. Em todo o país, foram registrados quase 9 mil casos de Covid-19, e 603 mortes.

Outros países asiáticos começam a reverter medidas emergenciais tomadas para conter o surto do novo coronavírus. Cingapura, por exemplo, prepara a reabertura parcial das atividades comerciais para 12 de maio, após dois meses de bloqueio. O país informou neste sábado 447 novos casos, elevando o total de infectados a 17.548. Cerca de 85% dos casos confirmados estão ligados a trabalhadores estrangeiros que vivem e dormitórios lotados.

Ministério da Saúde local explicou que as restrições serão gradualmente flexibilizadas, de maneira a evitar um surto de novas infecções. Num primeiro momento, fabricantes de alimentos, varejo de alimentos, serviços de lavanderia, barbeiros e suprimentos para animais de estimação terão permissão para reabrir. Empresas locais também poderão retomar as atividades. Pequenos grupos de estudantes terão permissão para voltar às aulas em 19 de maio.

A reabertura gradual das instalações econômicas e de trabalho será implementada com rigorosas regras de saúde, incluindo um aplicativo móvel digital para acelerar o rastreamento de contatos, informou o Ministério da Saúde. Outras medidas de bloqueio permanecem, inclusive confinando mais de 300 mil trabalhadores estrangeiros em seus dormitórios até que o bloqueio termine, em 1º de junho.

O governo do Sri Lanka também indicou que trabalhadores devem voltar ao trabalho em 11 de maio, embora algumas partes do país ainda estarão sob toque de restrição. O governo declarou que as organizações devem seguir estritamente as diretrizes de saúde emitidas pelo governo.

A nação insular estava sob um toque de recolher de 24 horas desde 20 de março. O toque de recolher foi retirado durante o dia em mais de dois terços do país na terça (28) e quarta-feira (29), mas foi reimposto na quinta-feira (30), deixando um toque de recolher de 24 horas em vigor até segunda-feira (4). Mas o toque de recolher de 24 horas ainda estará em vigor em quatro distritos, mesmo após 11 de maio. O Sri Lanka confirmou 690 casos de coronavírus, incluindo sete mortes.

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