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Equilíbrio em duas rodas

Primeiro semestre mostra o avanço gradual de novas marcas de motocicletas no Brasil

A progressiva redução da fatia de participação da Honda, "eterna" líder de vendas, é explicada em grande parte pela introdução de novas marcas chinesas e indianas

Publicado em 17 de Julho de 2025 às 08:00

Agência Automotrix

Publicado em 

17 jul 2025 às 08:00
dez motocicletas mais vendidas no Brasil no primeiro semestre de 2025
As dez motocicletas mais vendidas no Brasil no primeiro semestre de 2025 Crédito: Divulgação
O segmento de motocicletas continua sendo o que mais cresce no mercado brasileiro, embalado principalmente com a sólida produção das fabricantes instaladas no Polo Industrial de Manaus (PIM), no Amazonas. Foram vendidas no primeiro semestre deste ano 1.029.297 unidades, com crescimento de 10,3% sobre as 932.932 unidades emplacadas no mesmo período do ano passado.
A “eterna” líder de vendas de motocicletas no Brasil, a Honda, emplacou 696.528 motos de janeiro a junho, com “market share” de 67,6% – que chegou a ser de 92% em 2000 e, ao longo da década passada, beirava os 80%.
A Yamaha manteve a segunda colocação, com 145.412 vendas e participação de 14,1%, seguida pela chinesa Shineray, que construiu fábrica no Complexo Industrial de Suape (PE), com 58.946 unidades e 5,7 de “share”.
A startup brasileira Mottu, dedicada ao aluguel de motos para entregadores, deu início à venda da Sport 110, produzida em parceria com a indiana TVS – e as vendas da Mottu no primeiro semestre foram de 43.858 unidades, com 4,2% de participação. Completando o “Top Five”, veio a brasileira Avelloz, que importa motos da China, com 14.408 unidades e 1,4% de “share”.
Honda Biz 125
A “eterna” líder de vendas de motocicletas no Brasil, a Honda, emplacou 696.528 motos de janeiro a junho, com “market share” de 67,6% Crédito: Divulgação
A progressiva redução da fatia de participação da Honda é explicada em grande parte pela introdução de novas marcas chinesas e indianas. A sexta colocação do ranking das marcas ficou com a indiana de origem britânica Royal Enfield, que já conta com linha de montagem em Manaus (AM), com 13.898 vendas e 1,3% de participação.
Quem também já monta seus modelos em CKD no Amazonas é outra marca da Índia, a Bajaj, que ficou com a sétima colocação no Brasil no primeiro semestre, com 11.629 unidades vendidas e a participação de mercado de 1,1%.
Atrás, veio a Haojue, maior fabricante de motocicletas da China, que tem parceria técnica com a Suzuki desde 1992. No Brasil, a Haojue é representada pela JTZ Motos, com produção em Manaus. A lista segue com a BMW (0,64% de participação), a Triumph (0,63%), a Kawasaki (0,4%), a Dafra (0,29%), a Zontes (0,26%), a VMoto (0,23%), a Suzuki (0,14%), a Bull (0,11%), a Harley-Davidson (0,09%), a GCX (0,06%), a Ducati (0,05%) e a Watts (0,03%).
Honda Pop 110
Honda Pop 110 está entre as primeiras motocicletas mais vendidas no país Crédito: Divulgação

Motos elétricas e "tarifaço"

Apesar do crescimento de 52,5% em relação ao mesmo intervalo do ano passado, as motos elétricas têm volume muito baixo ante o das motos com motor a combustão interna. O mercado de motos movidas apenas por baterias está apenas engatinhando no Brasil, com 5.416 unidades vendidas no primeiro semestre de 2025 e 0,5% de “share”.
A Abraciclo também divulgou os números de vendas e produção no primeiro semestre no Brasil e comentou sobre as recentes mudanças nas políticas comerciais do governo norte-americano, que anunciou um “tarifaço” de 50% na taxação de motocicletas que saem e entram nos Estados Unidos.
“As medidas de Trump entram em vigor em 1o de agosto. Até lá, discutiremos como podemos nos adaptar ao panorama que afetará os insumos e os modelos que vêm dos Estados Unidos e nas exportações do PIM”, explica Marcos Bento, presidente da Abraciclo.
Segundo a entidade que representa as fabricantes de motocicletas, o primeiro semestre de 2025 teve 1.000.749 unidades fabricadas no Brasil, com alta de 15,3% sobre o janeiro a junho de 2024.  Foi o melhor primeiro semestre desde 2011. Nas exportações, foram 18.611 unidades embarcadas, com crescimento de 18,5% em comparação ao mesmo período do ano passado.
Lançada em 1976, a Honda CG lidera o ranking de vendas de motos no Brasil desde lá. No primeiro semestre deste ano, a CG 160 vendeu 224.750 unidades, abocanhando 56,7% do segmento city.
As três posições seguintes foram da Honda, com a Biz 125 cc (131.351 vendas), a Pop 110 cc (113.863) e NXR 160 teve (91.943). Em seguida, vieram a Mottu Sport 110 (43.858), a Honda CB 300F (31.513), a Yamaha YBR Factor 150 (29.663), as Honda PCX 160 (26.405) e XRE 300 (21.740) e a Yamaha Fazer 250 (20.767).

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