O Espírito Santo vai sediar, entre os dias 10 e 14 de dezembro de 2025, a primeira edição do Circuito Bravamar – Raízes do Manguezal, que visa unir esporte, cultura, turismo e preservação ambiental em um grande movimento. A competição será inédita no Estado e terá como cenários Vitória e Aracruz, valorizando desde o maior manguezal urbano da América Latina até tradições seculares como a banda de Congo.
As inscrições já estão abertas e seguem no segundo lote, ao valor de R$ 5 mil, disponíveis pelo site. Serão apenas 50 vagas para competidores de todo o Brasil, que terão direito a hospedagem, alimentação, combustível, participação em experiências culturais e acesso a todos os shows do evento durante os quatro dias de programação.
A programação prevê provas de resistência, habilidade e técnica. Nos dois primeiros dias do evento, os pilotos enfrentam a expedição Vitória–Aracruz, ida e volta, em um percurso de longa duração. São 60 quilômetros de navegação por trecho, totalizando 120 km de pura resistência, com uma parada para aproveitar as experiências turísticas de cada cidade.
Segundo Maiara Rodrigues, uma das organizadoras do circuito, o Bravamar nasce para além da disputa esportiva. “O nosso diferencial é a preocupação com o meio ambiente e a valorização da cultura capixaba. Queremos mostrar que o turismo náutico pode andar de mãos dadas com a preservação e com experiências que só o Espírito Santo pode oferecer”.
Já no terceiro dia, será a vez da competição na Ilha das Caieiras, em Vitória. Este é o único dia em que o público poderá acompanhar de perto a adrenalina dos jeteiros em arquibancadas montadas especialmente para o evento, com acesso gratuito. O último dia fica por conta da volta na ilha de Vitória com atividades interativas e recreativas.
As categorias serão definidas de acordo com a potência das embarcações, como 130, 170 e 300 cilindradas, de forma a tornar o evento mais acessível aos diferentes perfis de competidores. “Nem todos conhecem os termos técnicos, então preferimos facilitar e classificar pela potência do jet, para que todos possam compreender melhor”, explica Júnior Carvalho, também organizador e diretor técnico do circuito.