Sair
Assine
Entrar

Recuperar senha

Já tem uma conta?

Acesse aqui

Cadastrar nova senha

Já tem uma conta?

Acesse aqui

Impactos no futebol

Coronavírus: Fifa defende flexibilização da temporada e redução de salários

Uma força-tarefa da Fifa analisa o impacto da pandemia e um dos recursos é prolongar o período de transferência, permitindo estender os contratos dos jogadores, a fim de completar a temporadas

Publicado em 06 de Abril de 2020 às 18:17

Redação de A Gazeta

Publicado em 

06 abr 2020 às 18:17
Gianni Infantino, presidente da Fifa
Gianni Infantino, presidente da Fifa Crédito: Divulgação/Fifa
A Fifa assegurou nesta segunda-feira (6) que realizará uma coordenação global com os organizadores dos torneios para que eles tenham flexibilidade para garantir que suas temporadas, interrompidas pela pandemia do coronavírus, sofram o menor impacto financeiro possível.
Embora a Fifa não estabeleça as datas das competições nacionais e de clubes, a entidade gestora do futebol mundial regula as duas janelas de transferências durante o ano em cada país.
Uma força-tarefa da Fifa analisa o impacto da pandemia e um dos recursos é prolongar o período de transferência, permitindo estender os contratos dos jogadores, a fim de completar a temporadas. Também recomendou que fossem alcançados acordos para reduzir os salários.
A força-tarefa da Fifa está confiante de que clubes e jogadores vão chegar a um acordo para salvaguardar empregos, dada a significativa perda de renda ocorrida desde que os torneios foram suspensos no mês passado.
A decisão final será tomada pelo Conselho da Fifa, que inclui os presidentes das seis confederações continentais. A Uefa já decidiu que as competições na Europa podem continuar além de 30 de junho, a data em que os contratos expiram.
Vários clubes e federações começaram a cortar despesas para lidar com o impacto financeiro da paralisação do futebol. As partidas que as seleções disputariam em junho e julho foram adiadas, incluindo a Copa América e a Eurocopa.
O técnico da Inglaterra, Gareth Southgate, aceitou um corte de 30% em seu salário, que seria de 3 milhões de libras (R$ 19,4 milhões) anuais, durante o período da pandemia. A Associação de Futebol da Inglaterra também anunciou nesta segunda-feira que os salários de seus principais executivos serão cortados em 15% e os funcionários que recebem 50 mil libras (R$ 323 mil) ou mais por ano terão uma redução de 7,5%.
Os clubes do Campeonato Italiano querem corte de um terço dos salários, mas o sindicato dos jogadores rejeitou a proposta. A situação é idêntica na Inglaterra, onde os atletas recusaram proposta de cortar os salários em 30%.

Este vídeo pode te interessar

Viu algum erro?
Fale com a redação
Informar erro!

Notou alguma informação incorreta no conteúdo de A Gazeta? Nos ajude a corrigir o mais rapido possível! Clique no botão ao lado e envie sua mensagem

Fale com a gente

Envie sua sugestão, comentário ou crítica diretamente aos editores de A Gazeta

A Gazeta integra o

Saiba mais

Recomendado para você

Dois acidentes envolvendo ônibus escolares aconteceram no mesmo dia no Sul do ES
Dois acidentes envolvendo ônibus escolares são registrados no Sul do ES
A Polícia Militar e Civil esteve no bairro São Torquato, em Vila Velha, após um caso de agressão no Morro Boa Vista
Homens são espancados e abandonados no meio da rua em Vila Velha
Sessão do dia 9 de junho de 2026
Mudança na regra: prazo para uso de créditos de ICMS no ES é ampliado

© 1996 - 2024 A Gazeta. Todos os direitos reservados