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Que fim levou?

Processo de Marcos do Val contra Carlos Bolsonaro segue sem decisão

Há um ano, o senador acusou o filho do presidente Jair Bolsonaro de divulgar a falsa informação de que existiria um mandado de prisão contra ele nos Estados Unidos

Publicado em 06 de Novembro de 2019 às 19:19

Redação de A Gazeta

Publicado em 

06 nov 2019 às 19:19
Senador Marcos do Val (Podemos) Crédito: Marcos Oliveira
Um ano após o senador do Espírito Santo Marcos do Val (Podemos) acusar o vereador Carlos Bolsonaro (PSC), filho do presidente Jair Bolsonaro (PSL), de espalhar uma falsa informação de que haveria um mandado de prisão contra ele no Texas, Estados Unidos, o caso continua tramitando na Justiça sem ter chegado à uma conclusão.
A informação de que Do Val teria problemas com a polícia no exterior passou a circular nas redes sociais no final de 2017, antes de o atual senador se eleger. No entanto, após as eleições de 2018, a história ressurgiu no Whatsapp. Tratava-se de um print de uma postagem no Twitter por Carlos Bolsonaro.
O link do post, datado de 15 de setembro de 2017, permanecia no ar até o final do ano passado e mostrava o que seria um documento do Estado do Texas com uma ordem de prisão contra Marcos Ribeiro do Val pelo crime de “impersonate a public servant with intent to induce another to submit to his pretended official authority”, o equivalente a fingir ter uma posição no serviço público para submeter alguém a essa falsa autoridade.
No entanto, a própria reportagem de A Gazeta entrou em contato com a polícia do condado de Galveston, de onde a suposta acusação partiria, e constatou, em novembro do ano passado, que não há nenhum mandado de prisão contra o senador.
Do Val, por sua vez, registrou uma denúncia na Delegacia de Crimes Virtuais de Vitória sobre o caso, que foi encaminhada à Justiça. Uma ação que tramita na 4ª Vara Cível de Vitória sobre o assunto, tem como alvos tanto Carlos Bolsonaro quanto o próprio Twitter.
Mas, até agora, não houve decisão quanto ao mérito da causa. Por meio do portal do Tribunal de Justiça do Espírito Santo (TJES) não é possível ter acesso à íntegra do processo. No entanto, há um pedido de indenização no valor de R$ 30 mil.
Procurado através de sua assessoria de imprensa, o senador não se manifestou sobre o assunto.

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