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Eleições 2020

Mulher é presa em João Neiva por divulgar conteúdo falso contra candidato

Prisão foi feita pela Polícia Civil durante cumprimento de mandado de busca e apreensão. A autora das publicações confessou o crime e foi presa em flagrante

Publicado em 14 de Novembro de 2020 às 00:49

Redação de A Gazeta

Publicado em 

14 nov 2020 às 00:49
A disseminação das fake news durante o processo eleitoral é uma preocupação permanente da Justiça Eleitoral
Desinformação, espalhada, principalmente, por meio de redes sociais e pelo WhatsApp, tem objetivo de influenciar as eleições Crédito: Divulgação
Uma mulher foi presa em João Neiva, na tarde desta sexta-feira (13), por espalhar, nas redes sociais, conteúdos falsos contra um candidato a prefeito da cidade. A prisão foi feita pela Polícia Civil, durante cumprimento de busca e apreensão autorizado pela 14ª Zona Eleitoral de Aracruz.
Desde o ano passado, o Código Eleitoral prevê punição para quem disseminar desinformação com objetivo de prejudicar um candidato. A Lei 13.834/2019 tornou crime a divulgação de "fake news" com finalidade eleitoral, com penas mais duras, de dois a oito anos de prisão, além de multa.
De acordo com o Ministério Público Eleitoral, a autora das publicações usava um perfil falso no Facebook para divulgar desinformação contra um grupo político na cidade, que disputa as eleições.
Na última terça-feira (10), uma das vítimas, alvo dessas postagens, procurou a Polícia Civil e registrou um boletim de ocorrência relatando que estava sendo difamada nas redes sociais.
Na publicação, o usuário divulgava uma montagem com a foto de um candidato a prefeito de João Neiva com um grupo de apoiadores que, segundo a postagem, fariam parte da equipe técnica da prefeitura caso ele fosse eleito. A publicação continha a palavra "propina" associada ao nome de um empresário na cidade. Além disso, chamava um dos citados de "maconheiro".
Após a denúncia e a identificação da autora das postagens, o Ministério Público Eleitoral solicitou à Justiça um mandado de busca e apreensão do celular e do computador da suspeita. No pedido, a instituição afirmou que a mulher tinha como objetivo influenciar o pleito eleitoral na cidade com a divulgação de "teses falsas", além de difamar, injuriar e caluniar o candidato. 
Na tarde desta sexta-feira, a Polícia Civil foi até a casa da autora das postagens para cumprir o mandado. Ela acabou confessando o crime e foi presa em flagrante. 
Para o Ministério Público, é provável que haja um grupo político envolvido no caso. Por isso, foi pedida também a apreensão de dinheiro, cartas, materiais de propaganda, recibos, veículos, notas fiscais na casa da autora das postagens. 

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