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Vendedor de polpa de fruta é morto a tiros em Guaçuí

Testemunha conta que ouviu suspeitos pedindo dinheiro à vítima e depois só escutou os tiros. Polícias Civil e Militar foram acionadas

Publicado em 22/09/2020 às 17h38
Vendedor foi abordado por dois homens armados na rua
Vendedor foi abordado por dois homens armados na rua. Crédito: Redes sociais

Um vendedor de polpa de fruta foi morto a tiros na tarde desta terça-feira (22) em Guaçuí, Região do Caparaó capixaba, durante uma tentativa de assalto. O Corpo de Bombeiros chegou a socorrer o homem, mas ele não resistiu aos ferimentos de bala. A Polícia Militar faz buscas pelos suspeitos, mas até as 16h30, ninguém havia sido preso.

As primeiras informações dos militares é de que o crime aconteceu na Rua do Norte, no Centro, por volta das 12h45. A vítima teria reagido à abordagem de dois suspeitos. 

O crime deixou os moradores da pequena cidade assustados. Um comerciante, que prefere não se identificar, conta que o vendedor de polpa de frutas sempre visitava a loja dele às terças para fazer pedidos de mercadorias e entregava os produtos nas quintas. "Só ouvi alguém pedindo dinheiro, os tiros e vi o rapaz baleado no chão. Ele já tinha feito o pedido aqui, estava indo embora, já perto do carro. Foi muito rápido. Dizem que os bandidos fugiram a pé. Deixou todo mundo assustado”, revelou.

Segundo a Polícia Civil, a ocorrência ainda está em andamento.

JUSTIÇA

A vítima é Edmar Araújo. Ele tinha 53 anos, morava em Mimoso do Sul com a família, esposa e dois filhos, de 22 e 12 anos. Estava há 5 anos como representante de uma marca de polpa de frutas e viajava para vender nos municípios vizinhos.

A esposa da vítima, Rosineia Caralo Araújo, ainda não entende o motivo do crime. “Edmar sempre acreditou em Deus e não acreditava que poderia acontecer algo assim com ele. Sempre pedia para ter cuidado. Estamos transtornados. Era uma pessoa amiga, amável e sempre trabalhou honestamente”, disse a esposa.

O corpo do vendedor foi encaminhado ao Serviço Médico Legal de Cachoeiro de Itapemirim. A família pretende fazer a liberação na manhã desta quarta-feira (23). Rosineia Caralo Araújo espera que os culpados paguem pelo crime. “Não roubaram nada dele, nada, celular, carro, cartões. Queremos Justiça. Como uma pessoa covarde, sem Deus no coração, faz isso com quem trabalha, que tem família?”.

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